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Presidente Clarice Claudino recebe honraria da Federação dos Conselhos Comunitários de Segurança

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A presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Clarice Claudino da Silva, participou do 3º Encontro Nacional dos Conselhos Comunitários de Segurança e Federações dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública (Feconsegs), nesta quinta-feira (15 de agosto), na Escola Superior de Contas, em Cuiabá.
 
O evento, realizado pela Feconseg-MT em parceria com diversas instituições, dentre elas o Tribunal de Contas do Estado (TCE-MT), contou com palestras de autoridades que atuam em órgãos como Ministério Público, Secretaria de Estado de Segurança Pública, Tribunal Regional do Trabalho, Polícia Judiciária Civil, e reuniu servidores das Forças de Segurança de diversos estados para debater e apresentar resultados de projetos voltados a temas como a integração da administração pública no combate à violência, a destinação de recursos para efetivação das políticas de prevenção à criminalidade, a Polícia Comunitária, entre outros.
 
“Esse é um evento que fortalece todos os Conselhos Comunitários de Segurança. E a finalidade desses conselhos tem sido cada vez mais reforçada com as parcerias, com os apoios institucionais, dentre os quais o Poder Judiciário se inclui, nessa união de forças para que as comunidades sejam realmente atendidas nas suas necessidades, facilitando toda sorte de melhorias nos trabalhos das Forças de Segurança”, declarou a presidente.
 
Na oportunidade, a chefe do Poder Judiciário de Mato Grosso foi homenageada com a moeda honorífica “Integração Comunitária 2024”, concedida pela Feconseg-MT.  “Receber essa moeda, hoje, representa um reconhecimento de todo esforço que temos feito, enquanto Poder Judiciário, para participar efetivamente das melhorias e fortalecer os Conselhos, que, na verdade, são aquela força mais próxima da comunidade e que sabe identificar onde o investimento tem que ser feito, onde buscar esses recursos. E nisso o Poder Judiciário se engrandece em colaborar”, afirmou.
 
Presidente da Comissão Permanente de Segurança Pública e Supervisor da Escola Superior de Contas, o conselheiro do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), Waldir Júlio Teis, ressaltou a importância do evento para o aprimoramento das políticas de segurança pública.
 
“É um ganho na implementação das políticas públicas. A questão da segurança pública é responsabilidade de todos. É dever do Estado, mas todos nós temos responsabilidade. Com relação aos Consegs, veja que trabalho bonito esse pessoal consegue fazer para poder melhorar a segurança das pessoas! Então, é a união de instituições, isso é necessário porque é muito mais rápido para resolver e muito menos dispendioso”, avaliou.
 
O conselheiro enalteceu ainda a parceria do TJMT, por meio da presidente Clarice Claudino, nas ações junto ao Tribunal de Contas. “Para nós, isso é muito importante porque a gente vê o Poder Judiciário junto com um órgão, que é o Tribunal de Contas, buscando também as soluções para a sociedade. Embora não seja produto do Tribunal de Justiça buscar soluções de políticas públicas, mas tem sim a responsabilidade de procurar fazer com que as políticas públicas sejam melhoradas e a participação dela nos engrandece muito”.  
 
#Paratodosverem. Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Descrição da imagem: foto colorida que mostra a desembargadora Clarice Claudino ladeada por outras autoridades, segurando a moeda honorífica da Feconseg. Ela é uma senhora branca, de cabelos lisos, curtos e loiros, usando vestido de renda preto e colar dourado.
 
Celly Silva/Foto: Ednilson Aguiar  
Coordenadoria de Comunicação Social do TJMT   
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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