TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Grupo de Apoio à Adoção de Rondonópolis realizará corrida de rua


O Grupo de Apoio à Adoção de Rondonópolis (Gaar) realiza no dia 22 de Maio a 1ª Corrida em Apoio à adoção na comarca. O percurso será de 6,5 km. As inscrições custam R$ 55,00 e um quilo de alimento não perecível (que deve ser entregue na retirada do kit). O objetivo do grupo é chamar atenção para a causa e estruturar a equipe que foi montada durante a realização do Programa Corregedoria em Ação (3 a 6 de Março). “Em menos de um mês de existência o grupo já está com a organização pronta de seu primeiro grande evento em prol da Adoção. Precisamos de pessoas assim, apaixonadas pela causa e que nos ajudem a esclarecer cada vez mais o tema“, disse a juíza auxiliar da CGJ, Christiane da Costa Marques Neves. 
 
Juíza há mais de dez anos da Vara Especializada da Infância e Juventude da Comarca de Rondonópolis, Maria das Graças Gomes da Costa, comemora o início das ações do grupo. “O Gaar nasceu durante a visita do Corregedoria em Ação. A ideia não saia do papel e tivemos apoio para fazer andar. Estamos em uma fase muito boa. Identificamos voluntários, temos uma diretoria que é apaixonada pelo tema e queremos discutir com a sociedade a situação da criança e adolescente. As razões que nos levam a um passo tão importante em ter como nosso, um filho que não nasceu da gente. Debater as situações em que buscamos o ser perfeito, o que não existe, já que o ser humano vive em construção. Queremos mostrar o pré-adoção e o pós-adoção. Precisamos de muita divulgação para esclarecermos o tema tão importante. Adotar é legal e é um ato de amor”, ponderou a magistrada Maria das Graças.
 
“A corrida adoção tem por objetivo maior reunir a população para enxergar e pensar no tema. E para isso tentamos manter os valores de inscrição no mínimo necessário para a realização da prova, com qualidade e que se torne viável. Também precisamos de o mínimo de recursos para revertermos em favor dos projetos sociais, crianças e jovens acolhidos “ explicou a presidente do Gaar, Márcia Matsumoto.
 
A corrida será disputada no dia 22/5, às 6h30 (caminhada e corrida, 6,5 km), com saída em frente à Praça da Sala Incorporadora, Avenida Joaquim de Oliveira s/n, Bairro Vila Aurora, perto da Arena Economize. As categorias estão divididas entre 18 e 29 anos, 30 e 39; 40 e 49; 50 e 59 e acima dos 60 anos. Os três primeiros de cada categoria receberão troféus. Menores com idades entre 16 e 18 anos incompletos ficam autorizados a participar, desde que estejam em companhia do responsável, e com a ficha de autorização preenchida corretamente.
 
A entrega dos kits compostos de camiseta, número de peito e chip será no dia 21/05/2022 (sábado) entre 8h30be 17h em local a ser definidos. Ele somente poderá ser retirado pelo(a) atleta inscrito mediante apresentação do documento de confirmação de inscrição, orespectivo recibo de pagamento e RG. Os resultados oficiais da corrida serão informados por meio do site no prazo de 72 horas após o término de cada etapa. A corrida tem prazo de duração de 2h. Clique aqui e siga o Gaar de Rondonópolis no Instagram.
 
O Grupo de Apoio a Adoção de Rondonópolis (GAAR) – Gerando com o coração, trata-se de uma organização da sociedade civil, desenvolvida, formada e cultivada por voluntários que se importam e reúnem forças para ajudar na causa da criança e do adolescente, os quais carecem de uma família adotiva que lhes amparem e acolha.
 
Missão: apoiar, orientar e estimular ações que promovam a adoção legal, segura e irrevogável bem como trabalhar em prol da convivência familiar e comunitária de crianças e adolescente em situação de vulnerabilidade social, sempre objetivando o fortalecimento saudável, harmonioso dos vínculos familiares.
 
Visão: sermos reconhecidos pela nossa competência no desenvolvimento de ações que promovam e estimulem a convivência familiar e comunitária para crianças e adolescentes, respeitando o direito a dignidade de conviverem com famílias por adoção ou biológicas.
 
Valores: compromisso com a vida e a dignidade humana. Respeito. O Estimulo à prática da solidariedade da colaboração. A busca de saberes e o compartilhamento de conhecimentos.
 
 
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Ranniery Queiroz
Assessor de imprensa CGJ
 
 

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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