POLÍTICA NACIONAL

Parlamentares lançam agenda legislativa para fortalecer as entidades de previdência complementar

YouTube

Deputados e senadores lançaram a agenda legislativa da Frente Parlamentar Mista pelo Fortalecimento das Entidades Fechadas de Previdência Complementar. O objetivo é ampliar a proteção dos trabalhadores por meio da previdência complementar.
A deputada Erika Kokay (PT-DF) falou do movimento suprapartidário em defesa dos trabalhadores: “Nós estamos trabalhando à frente na construção das micropensões para que segmentos que são mais vulnerabilizados possam ter acesso a uma previdência complementar, que haja uma complementação dos benefícios a partir da contribuição mensal desses trabalhadores.”

A frente será presidida pelo deputado Tadeu Veneri (PT-PR). “Nós estamos falando de pessoas que chegam aos 70 anos, 80 anos, e às vezes não têm nenhuma renda e dependem de familiares”, disse.

Segundo o parlamentar, o objetivo da frente é listar os projetos que dizem respeito à previdência complementar e incentivar os brasileiros a pouparem. “Queremos fazer com que as pessoas no Brasil inteiro comecem a ter mais o hábito de poupar para o futuro”, afirmou.

Da TV Câmara
Edição – Natalia Doederlein

Leia Também:  Estudo mostra que emendas parlamentares somam mais de R$ 11 bilhões em estados e capitais

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Comissão aprova projeto que facilita a obtenção de posse e porte de arma de fogo

A Comissão de Segurança Pública da Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 1539/25, que torna a declaração formal de risco à integridade física do requerente o elemento suficiente para fundamentar o pedido de posse e de porte de arma de fogo de uso permitido.

Com a medida, o autor, deputado Marcos Pollon (PL-MS), busca tornar mais objetivos os critérios de autorização para a posse e o porte de armas.

A proposta altera o Estatuto do Desarmamento, que hoje exige a demonstração de “efetiva necessidade” da arma em razão de profissão de risco ou de ameaça à integridade física. Esse requisito, segundo o relator, deputado Delegado Paulo Bilynskyj (PL-SP), tem sido interpretado de forma “excessivamente” subjetiva na prática administrativa.

De acordo com o relator, a mudança corrige o que ele considera distorções quando se exige do cidadão a comprovação de ameaças concretas ou de perigos iminentes que, muitas vezes, são impossíveis de demonstrar documentalmente.

“O projeto não institui qualquer forma de liberação indiscriminada de armas, mas promove o aprimoramento de um sistema que deve equilibrar, de forma racional, a proteção da segurança pública com o respeito às liberdades individuais e ao direito de legítima defesa”, afirmou Paulo Bilynskyj.

Leia Também:  Relator diz que PEC da Segurança Pública abre debate sobre o papel da União e dos estados; assista

A proposta mantém a exigência de outros requisitos previstos na lei, como a comprovação de capacidade técnica, de aptidão psicológica e a inexistência de antecedentes criminais. O controle, o registro e a fiscalização das armas continuam sob a responsabilidade do Estado.

Próximos passos
O projeto tramita em caráter conclusivo e será analisado agora pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania. Para virar lei, precisa ser aprovado pela Câmara e pelo Senado.

Reportagem – Noéli Nobre
Edição – Rachel Librelon

Fonte: Câmara dos Deputados

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA