POLÍTICA NACIONAL

Exposição sobre 200 anos do Senado vai para o Google Arts & Culture

A partir de outubro, a exposição Senado 200 anos: conectando passado e futuro poderá ser visitada virtualmente pelo Google Arts & Culture, na plataforma conhecida como Street View. A empresa 3603D, parceira da Google na área de fotografias e tecnologia, esteve no Salão Negro do Congresso na terça-feira (24) filmar a exposição.

Para permitir que o público virtual tenha a sensação de fazer a visita presencialmente, a equipe filmou em 360 graus cada um dos ambientes e imagens da exposição. Representante da empresa 3603D, Inácio Fonseca explicou que o visitante poderá escolher o caminho a seguir durante a visita virtual e, ao mesmo tempo, interagir com os personagens e as imagens expostas. A dinâmica busca copiar a experiência presencial, em que os visitantes podem acessar, via QR Code, um conteúdo interativo complementar que “dá vida” e permite que as personalidades históricas se movimentem e falem.  

— Em termos de interação, a pessoa vai poder, por meio das setas, simular o  caminhar no ambiente, aproximar-se das imagens e instalações e dar zoom para ver em detalhes cada canto da exposição — disse.

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O chefe do Serviço de Exposição, Curadoria e Comunicação (Seec), da Coordenação do Museu do Senado (Comus), Ricardo Movits, afirmou que a parceria com o Google vai permitir que a mostra seja acessada permanentemente de qualquer parte do planeta.

— Na exposição, não foi possível contar toda a história em detalhes, mas somente uma parte. Porém, pelos vários QR codes disponibilizados ao longo de todo o trajeto, é possível acessar mais informação e ter uma experiência muito mais enriquecedora — afirmou.

Para o assessor da Diretoria-Geral (Dger) e diretor de arte da exposição,Thomás Côrtes, o grande chamariz da mostra é a mistura de tecnologia, inteligência artificial e interatividade para contar a história dos 200 anos do Senado.

 A exposição foi planejada para que as pessoas possam tocar nas peças e obras de arte para terem uma experiência imersiva. Isso foi um grande e gratificante desafio — explicou.

Eixos temáticos

A exposição ficará aberta ao público, no Salão Negro do Congresso Nacional, até o dia 10 de dezembro. O objetivo é contar a história da criação do Senado, em 1824, até os dias atuais. Ambientada em um espaço cenográfico de 200 m2, a mostra é dividida em quatro eixos temáticos: Império, República, Ditadura e Redemocratização. Em cada uma dessas fases, o público terá acesso a obras de arte, mobiliário e documentos da época, vários deles originais. Boa parte do material pertenceu às duas sedes anteriores do Senado, o Palácio Conde dos Arcos e o Palácio Monroe, ambos no Rio de Janeiro.

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Ao longo da exposição, figuras políticas importantes de cada época, como dom Pedro I, dom Pedro II, princesa Isabel, Rui Barbosa, Deodoro da Fonseca, Getúlio Vargas, Juscelino Kubitscheck, revezam-se para contar a história a história do Senado.  

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Câmara aprova aumento de pena para crimes contra guarda municipal e segurança privado

A Câmara dos Deputados aprovou aumento de penas para os crimes de homicídio ou lesão corporal dolosa praticados contra agentes de segurança privada, guardas municipais, agente de segurança socioeducativa, guardas portuários e policiais legislativos. O texto segue agora para o Senado.

O texto aprovado nesta quarta-feira (6) é um substitutivo do relator, deputado Delegado da Cunha (União-SP), ao Projeto de Lei 5744/23, da Comissão de Legislação Participativa. O texto altera o Código Penal (Decreto-Lei 2.848/40) e a Lei de Crimes Hediondos (Lei 8.072/90) para incluir novas categorias de vítimas com proteção penal reforçada.

O projeto original classificava como

Delegado da Cunha comparou a gravidade de matar uma mulher por ser mulher com matar um policial por ser policial. “Os policiais são executados em razão de serem policiais. O criminoso descobre que se trata de um policial e, para ser premiado no crime organizado, ele executa o policial”, disse.

O deputado citou um total de 170 execuções de policiais no ano passado, a maioria durante a folga dos profissionais.

Aumento de pena
O texto aumenta a pena prevista no Código Penal para o homicídio qualificado de 12 a 30 anos de reclusão para 20 a 40 anos. O agravante proposto pelo projeto poderá ser aplicado ainda quando o crime for cometido contra cônjuge, companheiro ou parente, inclusive por afinidade, até o terceiro grau, em razão desse parentesco com os detentores dos cargos citados.

Já a lesão corporal dolosa terá aumento de pena de metade a 2/3 nas mesmas situações. Atualmente, a pena tem aumento de 1/3 a 2/3.

O texto também considera crime hediondo a lesão corporal gravíssima e a lesão seguida de morte contra essas pessoas.

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Segundo o Código Penal, as lesões de natureza gravíssima são aquelas das quais resultam incapacidade permanente para o trabalho; enfermidade incurável; perda ou inutilização de membro, sentido ou função; deformidade permanente; ou aborto.

Condenados por crimes hediondos não podem contar com anistia, graça e indulto ou fiança, e a pena começará a ser cumprida em regime fechado.

Saiba mais sobre a tramitação de projetos de lei

Reportagem – Tiago Miranda
Edição – Pierre Triboli

Fonte: Câmara dos Deputados

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