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ALMT homenageia personalidades que contribuíram para o desenvolvimento de Lucas do Rio Verde

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Sessão especial da Assembleia Legislativa do Estado de Mato Grosso (ALMT), requerida pelo deputado Diego Guimarães (Republicanos), homenageia personalidades que contribuíram para o desenvolvimento de Lucas do Rio Verde. Realizada na noite desta segunda-feira (9), a solenidade reuniu autoridades, lideranças e membros da comunidade para reconhecer cidadãos que tiveram papel importante na construção da história da cidade e no fortalecimento do seu crescimento econômico e social.

O parlamentar destacou a importância do reconhecimento público às pessoas que ajudaram a transformar Lucas do Rio Verde em uma das cidades mais prósperas do estado. Ele relembrou o início da colonização da região, quando poucas famílias decidiram acreditar no potencial da localidade e trabalharam com coragem para construir um futuro melhor.

“Lucas do Rio Verde nasceu da coragem de pessoas que acreditaram em uma terra onde muitos não acreditavam. Hoje vemos uma cidade próspera, que é orgulho de Mato Grosso e referência para todo o Brasil”, afirmou.

Diego Guimarães ressaltou que iniciativas como a sessão especial de outorga de honrarias reforçam a valorização da história e das pessoas que contribuíram para o desenvolvimento das cidades mato-grossenses.

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Durante a solenidade, o deputado destacou alguns dos homenageados, como o prefeito Miguel Vaz, o ex-prefeito Flori Luiz Binotti, o vice-prefeito Joci Piccini e ao empresário e produtor rural Orcival Gouveia Guimarães, estendendo o reconhecimento a todos os demais agraciados que, com dedicação e trabalho, ajudaram a construir e fortalecer o município ao longo dos anos.

Foto: Helder Faria

“O reconhecimento público é também uma forma de preservar a memória e inspirar novas gerações. Quando valorizamos quem ajudou a construir nossas cidades, fortalecemos os laços da comunidade e estimulamos que mais pessoas continuem trabalhando pelo bem coletivo”, destacou.

O deputado agradeceu a receptividade das autoridades locais e reafirmou o compromisso da Assembleia Legislativa de Mato Grosso com o fortalecimento dos municípios e com o reconhecimento daqueles que ajudam a transformar suas comunidades.

Fonte: ALMT – MT

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POLÍTICA MT

Urna eletrônica completa três décadas e chega às Eleições 2026 com novos recursos

Sistema estreou nas eleições municipais de 1996 e passou por sucessivas mudanças tecnológicas; votação deste domingo (4) terá interface renovada e novas ferramentas de acessibilidade

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Às vésperas do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para este domingo (4), a urna eletrônica chega aos 30 anos de utilização no Brasil. O equipamento começou a ser usado nas eleições municipais de 1996, quando cerca de 30% do eleitorado brasileiro votou eletronicamente. 

A implantação representou uma mudança significativa em relação ao sistema de cédulas de papel, cuja apuração era manual e podia levar dias. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a informatização buscou reduzir a intervenção humana na votação e na contagem, além de combater fraudes associadas ao antigo modelo, como adulteração de cédulas e manipulação durante a apuração. 

O primeiro modelo foi utilizado por mais de 32 milhões de eleitores em 57 cidades, com aproximadamente 70 mil equipamentos. A partir das eleições municipais de 2000, a votação eletrônica passou a alcançar todo o eleitorado do país. 

Ao longo das três décadas, diferentes gerações do equipamento incorporaram novos recursos. Em 1998, por exemplo, a urna passou a exibir a fotografia dos candidatos. Posteriormente, foram ampliados mecanismos de fiscalização, auditoria e identificação biométrica. 

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Novidades para 2026

Nas eleições deste ano, a urna terá uma nova interface. Entre as mudanças anunciadas pelo TSE estão a adoção da fonte Atkinson Hyperlegible, desenvolvida para facilitar a leitura, telas redesenhadas e uma barra de progresso que mostra ao eleitor quais etapas da votação já foram concluídas e quais cargos ainda serão apresentados. Também houve ampliação dos recursos de Libras. 

As alterações foram desenvolvidas para tornar a votação mais acessível e intuitiva, especialmente diante da quantidade de cargos em disputa nas eleições gerais.

Auditoria e fiscalização

De acordo com o TSE, os sistemas eleitorais são submetidos a procedimentos de fiscalização antes, durante e depois das eleições. Entre eles estão o Teste Público de Segurança, a cerimônia de lacração dos sistemas e os testes de integridade das urnas. Partidos políticos, Ministério Público, Polícia Federal, OAB, universidades e outras entidades estão entre os legitimados a acompanhar diferentes etapas. 

Também é possível realizar procedimentos como a reimpressão e comparação do Boletim de Urna, verificação de assinaturas digitais, auditoria do código-fonte e recontagem por meio do Registro Digital do Voto (RDV). 

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Segundo o TSE, em três décadas de utilização das urnas eletrônicas não houve comprovação de fraude capaz de alterar o resultado de uma eleição produzida pelo sistema. O órgão informa ainda que o processo conta com mais de 40 oportunidades de auditoria ao longo do ciclo eleitoral. 

Neste domingo, mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores estão aptos a participar das Eleições Gerais de 2026, quando serão escolhidos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. 

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