RETA FINAL

Max Russi mantém liderança entre nomes mais lembrados para Assembleia Legislativa

Pesquisa Data Index aponta deputado com 3,08% das citações espontâneas; Beto Dois a Um aparece com 2,12% e Dilmar Dal Bosco com 2%

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O presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), deputado estadual Max Russi (Podemos), aparece com 3,08% das citações espontâneas na nova pesquisa do Instituto Data Index sobre a disputa pelas cadeiras do Legislativo estadual. O levantamento foi realizado entre os dias 28 de setembro e 1º de outubro e ouviu 1.600 eleitores.

Na sequência, aparecem Beto Dois a Um (Podemos), com 2,12%, e Dilmar Dal Bosco (União Brasil), com 2%. Lúdio Cabral (PT) e Eduardo Botelho (MDB) registraram 1,94% cada. Já Jéssica Riva (MDB), Nininho (Republicanos) e Samantha Iris (PL), identificada no levantamento como “Samanta do Abilio”, aparecem com 1,81% cada. 

Por se tratar de uma pesquisa espontânea, os entrevistados não receberam uma lista prévia de candidatos e indicaram livremente o nome em que pretendem votar. O levantamento também mostra um percentual expressivo de eleitores que ainda não definiram sua resposta: 23,09% não souberam ou não responderam, enquanto 1,82% afirmaram que não votariam em nenhum dos nomes apresentados. 

Max Russi disputa a reeleição pelo Podemos e busca o quarto mandato consecutivo como deputado estadual. Atualmente, preside a Assembleia Legislativa no biênio 2025-2027. 

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Apesar de Max Russi apresentar o maior percentual numérico entre os nomes citados, a diferença para Beto Dois a Um é de 0,96 ponto percentual, inferior à margem de erro aproximada de dois pontos percentuais informada para a pesquisa. Dessa forma, os números representam as citações espontâneas registradas durante o período da coleta e não constituem previsão do resultado eleitoral. 

O levantamento ouviu 1.600 eleitores, tem nível de confiança de 95% e está registrado na Justiça Eleitoral sob o número MT-04299/2026. Como a eleição para deputado estadual ocorre pelo sistema proporcional, os percentuais individuais de uma pesquisa não determinam, isoladamente, a distribuição das cadeiras da Assembleia Legislativa. 

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POLÍTICA MT

Orçamento de Mato Grosso para 2027 prevê R$ 46,1 bilhões

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O Projeto de Lei Orçamentária Anual (PLOA-1144/2026) para o exercício financeiro de 2027, que estima receitas e fixa despesas do estado em R$ 46,125 bilhões, começou a tramitar na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), com previsão de crescimento de aproximadamente 13% em relação ao orçamento vigente, de R$ 40,7 bilhões. A proposta também prevê renúncia fiscal líquida de R$ 15,3 bilhões. A proposta foi lida na sessão ordinária de quarta-feira (9).

O presidente da Comissão de Fiscalização e Acompanhamento da Execução Orçamentária, deputado Carlos Avallone (PSDB), defende acelerar a tramitação do Projeto de Lei de Diretrizes Orçamentárias (PLDO) para permitir a votação do orçamento do próximo ano.

De acordo com o texto do PLOA, o Executivo fica com a maior parte R$ 38,7 bilhões. A Assembleia Legislativa com R$ 1,188 bilhão. Tribunal de Contas, R$ 840,6 milhões. Ministério Público, R$ 1,124 bilhão. Defensoria Pública R$ 422 milhões. Tribunal de Justiça, R$ 3,799 bilhões.

Segundo ele, embora os deputados já possam analisar a proposta orçamentária, a votação depende da aprovação do PLDO. Com as audiências públicas da PLOA já agendadas, Avallone informou que pretende agilizar a tramitação da matéria, mesmo com o calendário legislativo mais apertado. O cronograma, acrescentou, ainda será confirmado com a Mesa Diretora da Casa.

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Avallone explicou que havia a possibilidade de deixar a votação do orçamento para o início de 2027, caso ocorresse uma mudança de governo. Mas como a atual gestão permanecerá à frente do Executivo estadual, essa alternativa deixou de ser necessária.

“Havia uma vontade de que não precisasse mais votar o orçamento só no começo do ano que vem, caso houvesse mudança de governo. Como não houve, podemos votar a qualquer momento. O governo continua”, afirmou o parlamentar, ao defender o avanço das discussões e a definição do calendário para a votação das peças orçamentárias.

O deputado também chamou a atenção para a diferença entre os valores previstos e a arrecadação estimada para os exercícios financeiros. Segundo ele, o orçamento de Mato Grosso para 2026 foi fixado em quase R$ 41 bilhões, mas a previsão é de que a execução alcance R$ 48 bilhões. Já para 2027, a proposta encaminhada pelo governo prevê R$ 46 bilhões. Na avaliação de Avallone, essa diferença reforça a necessidade de analisar os números e discutir eventuais ajustes durante a tramitação do PLOA.

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“Mas é isso que é a função nossa. Discutir isso até que a gente chegue em valores que sejam adequados e que a gente possa garantir o orçamento. Nós podemos mudar uma série de coisas. Nós temos essa função”, destacou Avallone, ressaltando o papel do Parlamento na avaliação das receitas e despesas estaduais e na discussão de possíveis alterações para adequar a proposta às necessidades da administração pública.

O total previsto para a renúncia fiscal liquida para 2027 é de R$ 15.301.425.339,65. Os valores estão assim distribuídos:

ICMS – R$ 14.149.070.279,95.

IPVA – R$ 460.022.453,85

ITCD – R$ 146.978.185,60

Taxas – R$ 348.843.053,52

Juros e penalidades – R$ 196.511.366,74

Fonte: ALMT – MT

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