VIOLÊNCIA EM CUIABÁ

Sargento é baleado com a própria arma após confusão e duas mulheres são presas

Segundo registro policial, desentendimento teria começado após discussão envolvendo o pagamento de um programa sexual; pistola da PM foi recuperada pela Força Tática

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Duas mulheres foram presas pela Força Tática suspeitas de envolvimento em uma tentativa de latrocínio contra um sargento da Polícia Militar, de 48 anos, na madrugada de quarta-feira (30), em Cuiabá. Segundo o registro policial, a ocorrência teria começado após um desentendimento relacionado ao pagamento de um programa sexual.

Conforme o relato da vítima à polícia, o militar estava nas proximidades do bairro Grande Terceiro quando foi abordado por duas mulheres e um homem. Durante a confusão, ele teria sido agredido e entrado em luta corporal com o grupo, que conseguiu tomar a arma que estava em sua posse.

Ainda segundo a versão registrada pelos policiais, dois disparos foram efetuados com a pistola do próprio sargento. Um dos tiros atingiu o braço direito da vítima, que foi encontrada consciente, mas apresentava intenso sangramento.

Os militares fizeram um torniquete para conter a hemorragia e encaminharam o sargento ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC). Naquele momento, de acordo com o registro da ocorrência, ele permanecia sob cuidados médicos e não apresentava risco iminente de morte.

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Após o crime, os suspeitos teriam fugido levando a pistola e uma caminhonete Chevrolet S10 pertencente ao policial. O veículo foi posteriormente localizado e recuperado pelas forças de segurança.

Durante as buscas, equipes da Força Tática receberam informações sobre possíveis envolvidas e iniciaram diligências no bairro Dom Bosco. Uma das mulheres foi encontrada na Rua 21 e, conforme o boletim, tentou fugir a pé ao perceber a aproximação dos policiais, mas acabou detida.

De acordo com o relato policial, durante a abordagem, ela afirmou ter efetuado o disparo que atingiu o militar. A suspeita teria contado que estava com a vítima e outras pessoas quando ocorreu a discussão relacionada ao pagamento do suposto programa.

A mulher também indicou aos policiais que a arma estaria com uma amiga em uma região de chácaras próxima ao Contorno Leste. A equipe foi até o endereço indicado e localizou a segunda suspeita, que também teria tentado fugir.

Após ser alcançada, ela teria resistido à abordagem e precisou ser contida. Durante a revista, os policiais encontraram em sua cintura uma pistola Glock G17, calibre 9 mm, pertencente à carga da Polícia Militar.

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Além da arma, foram apreendidas 14 munições intactas. As duas mulheres, a pistola e as munições foram encaminhadas ao Cisc Verdão e entregues à autoridade policial para os procedimentos cabíveis.

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POLICIAL

Sargento da Marinha é morto a tiros dentro de casa em Cáceres; polícia apura se vítima foi confundida com outro alvo

Anderson de Alencar Batista, de 43 anos, foi atingido por três disparos após criminosos romperem a cerca elétrica da residência

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O primeiro-sargento da Marinha do Brasil Anderson de Alencar Batista, de 43 anos, foi morto a tiros na madrugada desta quarta-feira (30), no bairro Jardim Universitário, em Cáceres. Segundo informações registradas pela Polícia Militar, ele foi atingido por aproximadamente três disparos.

A ocorrência foi atendida após o Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) receber informações sobre tiros e uma pessoa ferida. Quando os policiais chegaram à residência, encontraram Anderson caído no imóvel. O Corpo de Bombeiros foi acionado e constatou a morte.

De acordo com o relato de uma testemunha à polícia, Anderson estava dentro da casa quando o sistema de alarme indicou o rompimento da cerca elétrica. Ele teria saído para verificar o que havia ocorrido e, nesse momento, foi surpreendido pelos disparos.

Mesmo ferido, o militar ainda teria tentado retornar para dentro da residência, mas caiu no quintal. A testemunha e o filho dela teriam levado Anderson para o interior do imóvel. O registro policial aponta ferimentos nas costas, no peito e em uma das mãos.

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Uma das linhas apuradas pelos investigadores é a possibilidade de que Anderson não fosse o alvo dos criminosos. Conforme as informações iniciais repassadas à polícia, os autores estariam procurando outra pessoa que também frequentaria a residência. Essa hipótese ainda depende de confirmação durante a investigação.

A área foi isolada para os trabalhos da Polícia Civil e da Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec). Até o registro das primeiras informações, não havia suspeitos identificados nem materiais apreendidos.

A Polícia Civil investiga a autoria, a motivação e as circunstâncias do homicídio.

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