DISPUTA AO SENADO

Mauro atinge 60% na soma do 1º e 2º votos ao Senado, aponta instituto

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O candidato ao Senado Mauro Mendes (União Brasil) alcança 60% das intenções de votos válidos para o Senado na soma da primeira e da segunda opções dos eleitores, segundo pesquisa do Instituto Veritá divulgada neste sábado (03.10). O levantamento mostra Mauro com 34,8% no primeiro voto e outros 25,2% no segundo.

José Medeiros (PL) aparece com 41% na soma das duas escolhas, sendo 15,1% no primeiro voto e 25,9% no segundo. Janaína Riva (MDB) registra 29%, resultado de 14,3% como primeira opção e 14,7% como segunda.

Na sequência, Carlos Fávaro (PSD) soma 26,2% dos votos válidos, com 20,4% no primeiro voto e 5,8% no segundo. Pedro Taques (PSB) chega a 12,4%, com 2,5% e 9,9%, respectivamente.

Por se tratar de uma eleição com duas escolhas para o Senado, a soma dos percentuais dos candidatos pode chegar a 200%.

O Instituto Veritá ouviu 1.220 eleitores de Mato Grosso entre os dias 26 de setembro e 1º de outubro. A margem de erro é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. A pesquisa está registrada sob o número MT-06765/2026.

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POLÍTICA MT

Urna eletrônica completa três décadas e chega às Eleições 2026 com novos recursos

Sistema estreou nas eleições municipais de 1996 e passou por sucessivas mudanças tecnológicas; votação deste domingo (4) terá interface renovada e novas ferramentas de acessibilidade

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Às vésperas do primeiro turno das Eleições Gerais de 2026, marcado para este domingo (4), a urna eletrônica chega aos 30 anos de utilização no Brasil. O equipamento começou a ser usado nas eleições municipais de 1996, quando cerca de 30% do eleitorado brasileiro votou eletronicamente. 

A implantação representou uma mudança significativa em relação ao sistema de cédulas de papel, cuja apuração era manual e podia levar dias. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a informatização buscou reduzir a intervenção humana na votação e na contagem, além de combater fraudes associadas ao antigo modelo, como adulteração de cédulas e manipulação durante a apuração. 

O primeiro modelo foi utilizado por mais de 32 milhões de eleitores em 57 cidades, com aproximadamente 70 mil equipamentos. A partir das eleições municipais de 2000, a votação eletrônica passou a alcançar todo o eleitorado do país. 

Ao longo das três décadas, diferentes gerações do equipamento incorporaram novos recursos. Em 1998, por exemplo, a urna passou a exibir a fotografia dos candidatos. Posteriormente, foram ampliados mecanismos de fiscalização, auditoria e identificação biométrica. 

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Novidades para 2026

Nas eleições deste ano, a urna terá uma nova interface. Entre as mudanças anunciadas pelo TSE estão a adoção da fonte Atkinson Hyperlegible, desenvolvida para facilitar a leitura, telas redesenhadas e uma barra de progresso que mostra ao eleitor quais etapas da votação já foram concluídas e quais cargos ainda serão apresentados. Também houve ampliação dos recursos de Libras. 

As alterações foram desenvolvidas para tornar a votação mais acessível e intuitiva, especialmente diante da quantidade de cargos em disputa nas eleições gerais.

Auditoria e fiscalização

De acordo com o TSE, os sistemas eleitorais são submetidos a procedimentos de fiscalização antes, durante e depois das eleições. Entre eles estão o Teste Público de Segurança, a cerimônia de lacração dos sistemas e os testes de integridade das urnas. Partidos políticos, Ministério Público, Polícia Federal, OAB, universidades e outras entidades estão entre os legitimados a acompanhar diferentes etapas. 

Também é possível realizar procedimentos como a reimpressão e comparação do Boletim de Urna, verificação de assinaturas digitais, auditoria do código-fonte e recontagem por meio do Registro Digital do Voto (RDV). 

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Segundo o TSE, em três décadas de utilização das urnas eletrônicas não houve comprovação de fraude capaz de alterar o resultado de uma eleição produzida pelo sistema. O órgão informa ainda que o processo conta com mais de 40 oportunidades de auditoria ao longo do ciclo eleitoral. 

Neste domingo, mais de 158 milhões de eleitoras e eleitores estão aptos a participar das Eleições Gerais de 2026, quando serão escolhidos presidente da República, governadores, senadores, deputados federais, estaduais e distritais. 

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