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MPMT lança sistema de gestão para monitorar resultados estratégicos

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Instituído pelo Ato Normativo Conjunto nº 113/2024 da Procuradoria-Geral de Justiça e Corregedoria-Geral do Ministério Público do Estado de Mato Grosso como a ferramenta de gestão do Planejamento Estratégico Institucional (PEI), o Sistema de Planejamento e Gestão (Sisplan) foi apresentado nesta sexta-feira (12) aos integrantes da instituição. Mais de 150 pessoas, entre membros e servidores, oriundos de 31 comarcas, participaram da live realizada por meio da Plataforma Teams.

Na abertura do encontro virtual, a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão, Hellen Uliam Kuriki, ressaltou que o Sisplan permitirá um aprimoramento significativo no monitoramento do PEI. “Esta ferramenta terá como porta de entrada na área finalística o Sistema Integrado do Ministério Público (SIMP) e proporcionará uma eficiência cada vez maior no monitoramento, execução, sincronização das entregas dos projetos estratégicos e visibilidade institucional”, enfatizou a subprocuradora-geral de Justiça.

Segundo ela, a ferramenta foi construída a partir de algumas dificuldades verificadas no ciclo anterior do Planejamento Estratégico e com olhar voltado ao aprimoramento institucional. “No ciclo anterior detectamos dificuldades para monitoramento do PEI e desde então nos debruçamos na construção desse sistema, que vai facilitar e impulsionar a nossa eficiência. A ferramenta também vem ao encontro da cultura inovadora que vem sendo implementada na nossa instituição e trará facilidades aos membros do MP, que terão maior fluidez na execução dos projetos estratégicos que estão em sua área de abrangência”, acrescentou.

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Conforme o Ato Normativo nº 113/2024, o Sisplan será utilizado para cadastro e gestão dos Projetos Estratégicos Estruturantes; elaboração e vinculação de Planos de Ação aos Projetos Estratégicos Estruturantes; gestão das entregas previstas nos cronogramas de cada projeto e das atividades previstas nos Planos de Ação vinculados a cada iniciativa; aferição de indicadores e emissão de relatórios de acompanhamento da gestão. (Acesse aqui o Ato Normativo). 

Novo ciclo – De 2024 a 2031, 13 projetos estratégicos estruturantes serão realizados pelo Ministério Público do Estado de Mato Grosso na área finalística. São iniciativas, capitaneadas pelas Procuradorias de Justiça Especializadas, com suporte dos Centros de Apoio Operacional, para fazer frente aos problemas estruturais nas áreas da cidadania, meio ambiente, criminal, patrimônio público e criança e adolescente.

Entre os problemas que serão enfrentados estão a não concretização da lei que impôs o acolhimento familiar de crianças em situação de vulnerabilidade antes do acolhimento institucional; destinação inadequada e ausência de tratamento dos resíduos sólidos; insegurança alimentar; letalidade policial, entre outras questões.

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“Importante esclarecer que os projetos estratégicos estruturantes foram construídos de forma coletiva, sob a coordenação das Procuradorias de Justiça Especializadas, a partir de levantamento realizado junto à sociedade por meio de pesquisa e escutas sociais nos municípios”, esclareceu a subprocuradora-geral de Justiça de Planejamento e Gestão.

Fonte: Ministério Público MT – MT

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Justiça determina regularização do Aeroporto Municipal de Juína

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A Justiça acolheu o pedido de tutela provisória de urgência formulado pelo Ministério Público de Mato Grosso (MPMT) em ação civil pública ajuizada contra o Município de Juína para promover a regularização físico-operacional e administrativa do Aeroporto Municipal. A decisão foi proferida pela juíza substituta Gabriella Andressa Moreira Dias de Oliveira e reconhece a necessidade de adoção de providências imediatas para garantir maior controle administrativo, preservação patrimonial e avaliação técnica das condições do aeródromo. A ação foi proposta pela 1ª Promotoria de Justiça Cível de Juína, por meio do promotor de Justiça Dannilo Preti Vieira, após a instauração de inquérito civil, que apurou uma série de irregularidades relacionadas à infraestrutura, acessibilidade, segurança operacional, conservação, controle de acesso, organização administrativa e utilização patrimonial do aeroporto.Durante as investigações, o Ministério Público reuniu informações da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) e do Relatório Técnico nº 735/2026, elaborado pelo Centro de Apoio Técnico à Execução (CAEx/MPMT), que apontou problemas como ausência de rota acessível contínua entre estacionamento, terminal e área de embarque, inexistência de sanitários adaptados, deterioração de estruturas, falhas no cercamento e no controle de acesso, além da falta de mecanismos adequados para registro das operações e formalização da ocupação das áreas aeroportuárias.Conforme destacado na ação, também foram identificadas deficiências na gestão patrimonial do aeroporto, sem comprovação da existência de sistema confiável para controle das operações particulares, identificação dos ocupantes dos hangares e formalização jurídica da utilização das áreas públicas. O Ministério Público defendeu que essas situações comprometem a segurança, a transparência administrativa e a adequada conservação do patrimônio público. Na decisão, a magistrada considerou presentes os requisitos para a concessão parcial da tutela de urgência, especialmente diante da necessidade de preservação do patrimônio público, da organização administrativa do serviço e da obtenção de um diagnóstico técnico atualizado sobre as condições do aeroporto.Entre as determinações impostas ao Município de Juína está a proibição de autorizar novas ocupações exclusivas, renovar ocupações informais ou ceder gratuitamente hangares, pátios, salas, terminais ou outras áreas do aeroporto a pessoas físicas ou jurídicas privadas, salvo hipóteses legalmente autorizadas. Também foi determinada a preservação integral de todos os documentos e registros relacionados às operações aeroportuárias e à utilização das áreas do aeródromo. A Justiça ainda determinou que, no prazo de 30 dias, o município apresente a estrutura administrativa responsável pela gestão do aeroporto, identificando os responsáveis pelas áreas operacional, manutenção, emergência, segurança, meio ambiente, acessibilidade e gestão patrimonial, além de informar como é realizado o controle das operações.No prazo de 60 dias, deverá ser apresentado inventário preliminar dos hangares e demais áreas ocupadas, contendo informações sobre usuários, aeronaves, instrumentos de ocupação, pagamentos eventualmente realizados e despesas relacionadas ao consumo de água e energia.Já em até 90 dias, o Município deverá entregar avaliação técnica atualizada das condições do terminal de passageiros, das instalações elétricas e sanitárias, da estrutura do reservatório de água, dos sistemas de proteção contra incêndio e descargas atmosféricas, do cercamento, do controle de acesso, da acessibilidade e da drenagem, com identificação dos riscos existentes e indicação das providências consideradas necessárias pelos profissionais responsáveis.Outra medida determinada pela Justiça é a comunicação ao juízo, em até 10 dias após sua realização, dos resultados da visita técnica prevista para setembro no âmbito do Programa AmpliAR, acompanhada dos relatórios e documentos produzidos durante a atividade.

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Fonte: Ministério Público MT – MT

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