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Vagas limitadas: inscrições seguem abertas para o 10º Encontro de Sustentabilidade do TJMT

Arte do 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas do Poder Judiciário de Mato Grosso em tons de verde, com imagens de folhas, do planeta Terra ao centro e símbolos relacionados à sustentabilidade.O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) realiza nos dias 17 e 18 de setembro de 2025 o 10º Encontro de Sustentabilidade e o 2º Seminário de Mudanças Climáticas, no Espaço Justiça, Cultura e Arte Desembargador Gervásio Leite, em Cuiabá. Com inscrições limitadas, o evento será realizado em formato híbrido e contará com uma programação voltada à capacitação, ao diálogo institucional e à disseminação de boas práticas socioambientais.
Destinado a magistrados, servidores, representantes dos Poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, estudantes universitários e demais interessados na pauta ambiental, o encontro tem como objetivo sensibilizar sobre a importância da sustentabilidade e dos impactos das mudanças climáticas, além de fomentar a implementação de iniciativas sustentáveis no âmbito do Judiciário.
O evento reforça o papel do Poder Judiciário de Mato Grosso como agente de transformação social, ao capacitar servidores com conhecimentos e práticas sustentáveis e inspirá-los a adotar compromissos pessoais e profissionais que impactem positivamente o meio ambiente e a sociedade.
Outro diferencial é que o encontro será carbono neutro, com certificação de compensação das emissões de gases de efeito estufa, em alinhamento com a Resolução CNJ n. 594/2024, que prevê que todos os órgãos do Judiciário implementem plano de neutralização até 2030.
Além disso, será realizada a cerimônia de entrega dos Selos de Reconhecimento Judiciário Sustentável, um marco importante para o fortalecimento das práticas institucionais na área.
Programação
A programação contempla palestras técnicas e formativas que abordarão os impactos das mudanças climáticas, a agenda climática internacional e nacional, a gestão e o mercado de carbono, além da gestão sustentável no Judiciário. Também serão discutidas inovações para a transição energética, o planejamento das contratações sustentáveis, a judicialização das questões ambientais e climáticas, os negócios relacionados às mudanças climáticas e à agenda ESG (Environmental, Social and Governance – Ambiental, Social e Governança), bem como os desafios e soluções na gestão de resíduos sólidos.
Entre os palestrantes confirmados estão especialistas como o Dr. Patrick Ayala, Prof. Carlos Sanquetta, Juíza Lívia Cristina Marques Peres, Juliano Martins, Adriana Moreira Tostes Ribeiro, Juíza Rafaela Santos Martins da Rosa, Vanessa Pinsky e Fabricio Soler.
Serviço
Data: 17 e 18 de setembro de 2025
Horário: das 8h às 17h
Local: Espaço Justiça, Cultura e Arte Desembargador Gervásio Leite, Cuiabá – MT
Formato: Presencial e transmissão ao vivo (vagas presenciais limitadas)
As inscrições já estão abertas e podem ser realizadas pelo link: https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/07000000-0aa4-0a58-5d1f-08dde73458f0

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Inscreva-se para o 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas

Prepare-se! Vem aí o 10º Encontro de Sustentabilidade e 2º Seminário de Mudanças Climáticas

Autor: Adellisses Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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