TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Projeto Verde Novo distribui mudas a doadores de sangue no MT-Hemocentro

O Projeto Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, está incentivando a doação de sangue por meio da campanha “Semeie vida. Doe sangue”, em parceria com o MT-Hemocentro e o Centro de Ensino Técnico Mato-grossense (Cetem).
 
Todas as pessoas que doarem sangue no hemocentro nessa quarta-feira (6 de dezembro) irão ganhar uma muda de planta do projeto.
 
A iniciativa é planejada pelos estudantes da turma 323L do curso técnico em Análises Clínicas do Cetem.
 
As pessoas interessadas em doar sangue e ganhar uma planta podem ir ao Hemocentro a partir das 7h30 até às 18h. O MT-Hemocentro está localizado na Rua 13 Junho, nº 1055, Centro Sul.
  
Em caso de dúvidas quanto à doação de sangue, entre em contato com o MT Hemocentro por meio do telefone (65) 3623-0044.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Banner de arte gráfica digital da campanha intitulada “semeie vida, doe sangue”. Com fundo branco, a arte trás vários elementos gráficos, à esquerda a imagem de duas mãos segurando um pouco de terra e uma semente desabrochando, com fundo bege com o texto “os estudantes da Turma 323L do Curso Técnico em Análises Clínicas do CETEM convidam você para ser um doador de sangue”. À direita, na parte superior, um selo com uma bolsa de sangue e em círculo o texto “fazer o bem, sem olhar a quem. Juntos com o Cetem. Doe sangue você também”. À direita, está a mensagem “doe sangue no dia 06/12/2023 e ganhe uma muda de planta do Projeto Verde Novo. Local: MT-Hemocentro”. Assinam a peça os logos do Projeto Integrador, Cetem e Verde Novo.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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