TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
Programa Verde Novo recebe doação de 10 mil mudas de árvores de empresa de Barra do Garças
O Programa Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso, segue colhendo frutos da parceria com a Prefeitura de Barra do Garças (509 km de Cuiabá) e com a empresa RZK Agro, que doou 10 mil mudas de árvores nativas do Cerrado para plantio no município. A entrega simbólica ocorreu na última terça-feira (26 de agosto), durante a visita do desembargador Rodrigo Curvo à comarca. O convênio entre as instituições existe desde março deste ano, quando a RZK Agro doou 7 mil mudas de árvores.
“Nós vimos a importância do programa Verde Novo para a educação ambiental dentro do município e resolvemos somar força, trazendo parte dessas mudas que nós produzimos. Aqui no município de Barra do Garças, nós temos a produção de 50 mil mudas nativas que serão doadas para proprietários de pequenas propriedades e também pro município e municípios vizinhos, que vão fazer a reconstituição de áreas que precisam”, explica a supervisora de ESG da RZK Agro.
Para o juiz diretor do foro de Barra do Garças, Michell Lotfi Rocha da Silva, a nova remessa de mudas doadas pela RZK Agro ao Programa Verde Novo representa a reafirmação do sucesso da parceria. “Aproveitamos a vinda do desembargador Rodrigo Curvo, que é o precursor do programa Verde Novo, para fazer a entrega simbólica dessas 10 mil mudas, mostrando que o projeto está dando frutos, está acontecendo e nós estamos conseguindo fazer que os parceiros participem, fazendo doações dessas mudas. O município entra com a mão-de-obra, entra com o plantio. Então, num grande esforço, a gente está conseguindo fazer com que essa parceria dê bons frutos, com que mudas sejam plantadas, com que a cidade seja rearborizada. Isso é gratificante!”, avalia. Autor: Celly Silva
Fotografo: Alair Ribeiro
Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT
Email: [email protected]
TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT
TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá
Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos
O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).
O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.
Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.
A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.
Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.
Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.
Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.
Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.
A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.
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