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Será realizada na noite desta quinta-feira (16 de maio), a partir das 19h, a cerimônia de posse dos novos membros da Academia Mato-grossense de Magistrados (AMA). Serão empossados os seguintes magistrados: Antônio Veloso Peleja Júnior, Eduardo Calmon de Almeida Cezar, Jeverson Luiz Quintieri, Juanita Cruz da Silva Clait Duarte e Lídio Modesto da Silva Filho. O evento será realizado na Casa do Parque, localizada na rua Major Severino de Queiroz, n. 455, bairro Duque de Caxias, em Cuiabá.
 
Segundo o presidente da AMA, juiz Antônio Horário da Silva Neto, com essa posse a AMA recompõe os seus quadros, completando novamente suas 40 cadeiras, “sem deixar de reconhecer saudosamente os méritos daqueles que a deixaram”, salientou. “Os novos acadêmicos vêm somar esforços para que a Academia possa, tal qual uma fênix, renovar suas energias para o alcance de seus objetivos culturais e realizar o congraçamento esperado entre os seus associados”, asseverou.
 
Para o juiz Antônio Veloso Peleja Júnior, atual coordenador das atividades pedagógicas da Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é uma honra poder integrar essa Academia e contribuir com a literatura. “É muito importante que a magistratura se fortaleça também por intermédio da academia, porque a academia é uma produtora de textos, de ideias, de posicionamentos, e isso é muito importante para fortalecer a magistratura, para que a sociedade conheça a magistratura, então é uma forma de legitimação social também. Temos vários magistrados que participam da academia que têm produção ativa em jornais locais, isso é muito importante, porque a magistratura tem que ter o seu posicionamento também, obviamente respeitado Código de Ética da Magistratura, mas ela tem que ter o seu posicionamento sobre temas interessantes e inovadores.”
 
Já o juiz Jeverson Luiz Quintieri também destacou ser grande uma honra fazer parte da Academia Mato-grossense de Magistrados. “Realmente é uma indicação que me enche de alegria e de orgulho. Espero poder contribuir na AMA com muita dedicação e retribuir essa honra, essa homenagem que me fizeram, pode ter certeza disso”, assinalou.
 
Lígia Saito 
Assessoria de Comunicação 
Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT)
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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