TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Pelo 4º ano consecutivo, TJMT conquista Selo Ouro no Prêmio de Qualidade do CNJ

Publicados

em

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) recebeu o Selo Ouro no Prêmio de Qualidade do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo quarto ano consecutivo. A solenidade foi realizada na manhã desta terça-feira (5 de dezembro), durante o 17º Encontro Nacional do Poder Judiciário, em Salvador (BA), e teve a presença da presidente do Judiciário mato-grossense, desembargadora Clarice Claudino da Silva, e do corregedor-geral da Justiça, desembargador Juvenal Pereira da Silva.
 
A condecoração promovida pelo CNJ reconhece, por meio do acompanhamento das políticas judiciárias, as principais ações dos tribunais brasileiros nos eixos governança, produtividade, transparência, dados e tecnologia.
 
O Judiciário mato-grossense atingiu a pontuação de 78,7%, dentro das métricas avaliadas pelo CNJ, que avaliam de forma minuciosa cada eixo com suas pontuações estabelecidas por metodologia própria do conselho.
 
“Nós temos nos mantido em boas colocações em diversas avaliações que são feitas no intuito de aprimorar cada vez mais os serviços prestados pelos tribunais em todo o país. O selo ouro comprova que estamos no caminho certo, fazendo investimentos estratégicos em diversas áreas da administração e melhorando cada vez mais a prestação jurisdicional que a população de Mato Grosso espera e merece”, pontuou a presidente do TJMT, desembargadora Clarice Claudino da Silva.
 
A presidente também destacou o envolvimento da atual e das demais gestões em trazer para a prestação jurisdicional tudo aquilo que é necessário para que a Justiça se desenvolva corretamente, sobretudo com o constante trabalho realizado pelas servidoras, servidores, magistradas, magistrados e colaboradores que cumprem suas missões diariamente, com dedicação e afinco.
 
A cerimônia de entrega do Prêmio CNJ de Qualidade foi comandada pelo presidente do CNJ e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, e prestigiada pela comitiva do TJMT, formada pelos juízes auxiliares da Corregedoria e da Presidência, Emerson Luis Pereira Cajango e Viviane Brito Rebello, respectivamente, pelo juiz Aristeu Batista Vilella e pela diretora-geral do TJMT, Euzeni Paiva de Paula.
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Arte gráfica digital com ilustração de um selo dourado, com um círculo dourado, com um arco de estrelas e duas fitas embaixo. Ao centro, o texto “2023 Prêmio CNJ de Qualidade Ouro”.
 
Mylena Petrucelli
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Práticas Restaurativas são instrumentos de paz social, afirma desembargadora Clarice em Sorriso
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Práticas Restaurativas são instrumentos de paz social, afirma desembargadora Clarice em Sorriso

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Corregedoria Participativa ouve servidores da comarca de Vera

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA