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Magistrados do TJMT participarão do Inova ADV Experience 2025 em Cuiabá

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Magistrados do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) participarão do III Congresso Estadual de Inovação e Empreendedorismo Jurídico – Inova ADV Experience 2025, que reunirá profissionais de diversas áreas do Direito, pesquisadores e empreendedores para debater o futuro da advocacia.

O evento acontece nos dias 23 e 24 de outubro (quinta e sexta-feira), no auditório do Complexo dos Juizados Especiais, em Cuiabá.

Promovido pelo Instituto Mato-grossense de Advocacia Network (Iman), o congresso abordará temas relacionados à inovação, tecnologia, gestão e novos modelos de atuação jurídica, com foco em fomentar uma advocacia mais moderna, colaborativa e alinhada às transformações digitais.

O Tribunal de Justiça é parceiro institucional da iniciativa, que busca integrar o Judiciário e a advocacia em um ambiente de aprendizado, networking e difusão de boas práticas.

Foram destinadas 40 vagas gratuitas para magistrados(as) e servidores(as) interessados (as) em participar do evento.

As inscrições para as vagas gratuitas destinadas ao TJMT devem ser realizadas por meio do link institucional: https://evento.tjmt.jus.br/inscricao-evento/07000000-0aa5-0a58-d024-08de0a5d49f6

Autor: Assessoria

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

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Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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