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Tribunal de Justiça aprova remoção de nove juízes e juízas para comarcas do Estado

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O Órgão Especial do Tribunal de Justiça de Mato Grosso aprovou nesta quinta-feira (11) os concursos de remoção de nove juízas e juízes inscritos para ocupar vagas nas comarcas do interior e capital pelos critérios de merecimento e antiguidade. Os atos foram publicados no Diário da Justiça Eletrônico (DJE) de hoje.

Por antiguidade:

Juiz Caio Neves Almeida foi removido para a 1ª Vara da Comarca de Água Boa – Entrância Única

Juiz José Mauro Nagib Jorge foi removido para a 11ª Vara Criminal da Comarca de Cuiabá – Entrância Única

Juiz Fernando Akio Maeda foi removido para a Vara Única da Comarca de Feliz Natal – Entrância Única

Juiz Patrick Coelho Campos Gappo foi removido para a 1ª Vara da Comarca de Mirassol D’Oeste – Entrância Única

Por merecimento:

Juiz Fabrício Savazzi Bertoncini foi removido para a 2ª Vara da Comarca de Campo Novo do Parecis – Entrância Única

Juíza Amanda Pereira Leite Dias foi removida para a Vara Única da Comarca de Dom Aquino – Entrância Única

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Juíza Fernanda Mayumi Kobayashi foi removida para a 2ª Vara da Comarca de Jaciara – Entrância Única

Juiz Glauber Lingiardi Strachicini foi removido para a 4ª Vara Cível da Comarca de Lucas do Rio Verde

Juíza Marilia Augusto de Oliveira Plaza foi removida para a Vara Única da Comarca de Rosário Oeste – Entrância Única

Autor: Flávia Borges

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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