TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Comitê Unificado elogia ações da Alta Administração que priorizaram Primeira Instância


A decisão da Alta Administração do Poder Judiciário em propor a reclassificação das entrâncias da Justiça de Primeiro Grau e a valorização dos servidores e servidoras efetivas foram ações elogiadas pelo presidente do Comitê Unificado de Primeira Instância, juiz da 3ª Vara Cível de Tangará da Serra, Anderson Gomes Junqueira, durante reunião com a presidente do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), desembargadora Maria Helena Póvoas.
 

No encontro virtual, na terça-feira (12), o magistrado afirmou que as principais reinvindicações do comitê instituído para tratar da Política de Atenção Prioritária ao Primeiro Grau e da distribuição de orçamento de Primeiro e Segundo Graus, em conformidade com as Resoluções 194 e 195 de 2014 do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), já foram atendidas pela atual gestão do TJMT. “Temos que reconhecer os grandes avanços da nossa pauta de reinvindicações que foram encaminhados pela senhora e aprovados pelo Pleno”, declarou Junqueira.
 
De acordo com o presidente do Comitê Unificado, a Alta Administração logrou êxito ao resolver a questão remuneratória dos servidores e servidoras, quando encaminhou para o legislativo a proposta de realinhamento na tabela de subsídios dos servidores efetivos em 16% e a majoração do auxílio-saúde de R$ 1.200 para R$ 1.510. “Em uma enquete que fizemos no site da Associação Mato-grossense dos Magistrados (Amam) a reclassificação das entrâncias do Primeiro Grau era a principal demanda dos colegas magistrados, questão já resolvida”, reforçou.
 
Maria Helena agradeceu as palavras elogiosas do magistrado e disse que sempre escuta o que os juízes que estão no interior têm a dizer, pois é onde o cidadão busca socorro para as demandas. A desembargadora destacou que em pouco mais de um ano de gestão tem conseguido cumprir com o que programou para a sua administração, que era priorizar o Primeiro Grau. “Temos procurado lidar com todas as equações de administrar um Poder de forma sensata e serena, dando prioridade ao Primeiro Grau de jurisdição”, pontuou.
 
A presidente do Judiciário solicitou a assessoria dela um relatório que será repassado para o Comitê Unificado com todos os encaminhamentos realizados pela administração que só foram possíveis com apoio dos demais desembargadores e desembargadoras do TJMT. O documento constará ainda apontamentos de ações que pretende executar até o final da gestão, dentro dos parâmetros orçamentários e da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).
 
Participaram da reunião os juízes auxiliares da Presidência, Paulo Márcio Soares de Carvalho e José Luiz Leite Lindote, o presidente da Amam, juiz Tiago Abreu, membros do Comitê Unificado e da administração do TJMT.
 
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Descrição da imagem: Print da tela de computador retangular colorida que mostra a reunião virtual. O retângulo é dividido em cinco quadrantes, com os participantes da reunião on line. Com destaque para o último quadrante emq eu aparece a presidente do TJMT.
 
Alcione dos Anjos
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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