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CNJ convida magistrados e servidores para abertura dos trabalhos da Rede PopRuaJud 2026

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O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) convida magistrados(as) e servidoras(as) do Poder Judiciário de Mato Grosso para participar da Abertura dos Trabalhos da Rede PopRuaJud 2026, que será realizada nos dias 9 e 10 de março, na sede do CNJ, em Brasília (DF).

O evento é direcionado a magistrados(as) e servidores(as) do sistema de Justiça interessados em acompanhar e contribuir com as discussões sobre políticas voltadas às pessoas em situação de rua.

Durante o encontro, serão realizadas oficinas e diálogos estruturados em subgrupos temáticos com o objetivo de definir estratégias para a construção do Plano de Ação 2025–2027 da Rede PopRuaJud.

Os trabalhos estarão organizados em diferentes eixos, entre eles: gestão político-institucional, gestão de dados e capacitação, novos protocolos e cidadania, mutirões, moradia acessível e adequada, empregabilidade e políticas voltadas a crianças, adolescentes e jovens em situação de rua.

A programação poderá ser acompanhada presencialmente, no auditório do CNJ, ou de forma remota, por meio de transmissão ao vivo no canal oficial do Conselho no YouTube.

Para participar, é necessário realizar inscrição prévia por meio de formulário eletrônico disponibilizado pelo CNJ.

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Inscreva-se aqui: https://www.cnj.jus.br/agendas/abertura-dos-trabalhos-de-rede-do-popruajud-2026/

Autor: Emily Magalhães

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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