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Alunos da UFMT e Univag participam do Projeto Nosso Judiciário e conhecem sede do TJMT

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Alunos da UFMT e Univag vieram ao TJMT nessa segunda feira (03) em mais uma edição do Programa Nosso Judiciário. A tradicional visita pela casa da justiça do Estado levou os alunos a uma sessão da 1ª Câmara de Direito Público e Coletiva presidida pelo Desembargador Márcio Vidal, depois seguiu até o Espaço Memória para conhecer um pedacinho da história do Tribunal de Justiça em Mato Grosso e conversar com o juiz auxiliar da Corregedoria, Lídio Modesto.
 
“Estar aqui conhecendo o judiciário é uma honra para mim, poder conhecer os desembargadores, estar presente na câmara, conhecer o juiz e ter a honra de receber o glossário dele é muito importante para mim”, conta a diretora do Centro Acadêmico da Universidade de Várzea Grande, Anna Luísa Rondon.
 
Foi através do Programa Nosso Judiciário que a aluna do 2º semestre conheceu pela primeira vez a sede Tribunal de Justiça de Mato Grosso, dando mais um passo rumo ao seu sonho: a defensoria pública. “Eu sempre quis direito, eu não me vejo fazendo outra coisa”, conta.
 
“Vocês estão aqui hoje para aprender, conhecer, paupar, percebendo, sentindo, observando. Vocês precisam aguçar os sentidos e conhecer”, disse o juiz Lídio Modesto aos alunos. O magistrado cresceu no campus da Universidade Federal do Mato Grosso, seu pai auxiliou na fundação da instituição e é professor universitário, o jurista também concluiu seu mestrado UFMT. A ligação com a faculdade foi o que tornou Lídio Modesto a melhor opção para a conversa com os estudantes.
 
O juiz incentivou os alunos a continuarem sempre se reinventado, para ele, o curso de direito exige diálogo com outras áreas, além de sempre ser necessário aprender mais para desempenhar bem a profissão seja qual área os alunos escolham. “O direito é um imã de conhecimento, você não pode parar nunca de estudar”.
 
O diretor do Centro Acadêmico do curso de Direito da UFMT e estudante do 10º período, Yuri da Cunha Silva Machado, foi quem acompanhou os alunos da instituição. “Essa visita representa um incentivo para que os estudantes continuem no caminho dessa graduação para que enfim possam galgar grandes voos em sua carreira jurídica”, atesta Yuri.
 
Anna Luísa e Yuri foram escolhidos para receber um exemplar do Glossário Jurídico, brinde tradicional do projeto, diretamente das mãos do Juiz. Foi por meio da parceria entre Centros Acadêmicos (CAs) da Univag e UFMT que foi possível organizar a visita, o objetivo é motivar os alunos no curso mostrando um pouco mais do universo profissional do direito, a meta dos CAs é tornar as visitas dessas faculdades cada vez mais regulares.
 
Nosso Judiciário – O projeto Nosso Judiciário tem como finalidade aproximar os cidadãos do Estado do poder público, tornando possível que conheçam o dia a dia do judiciário. Além de estudantes do colegial, o programa também visa promover essa ação com os discentes acadêmicos de direito.
 
#Paratodosverem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para inclusão das pessoas com deficiência visual. Foto horizontal colorida. Primeira imagem: imagem colorida. Estátua da deusa justiça em dourado, o fundo está desfocado. Segunda imagem: Alunos escutando a palestra com o juiz no espaço memória. Terceira imagem: alunos escutando a palestra com o juiz no espaço memória, em primeiro plano em desfoque o juiz de costas.
 
Anna Giullia – Estagiária/ Fotos: Alair Ribeiro
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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