POLÍTICA NACIONAL

Senado aprova nome de ex-prefeito para nova ponte que liga Brasil ao Paraguai

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O Plenário do Senado aprovou nesta quarta-feira (2) o projeto de lei que dá o nome de Ponte Heitor Miranda dos Santos a uma ponte que liga o Brasil ao Paraguai — mais especificamente, ao trecho brasileiro sobre o Rio Paraguai que liga as cidades de Porto Murtinho (MS) e Carmelo Peralta, no Paraguai.

O projeto (PL 780/2023), de autoria do deputado federal Geraldo Resende (União-MS), teve como relator o senador Nelsinho Trad (PSD-MS). A matéria segue para a sanção da Presidência da República.

A ponte está em fase final de construção e a previsão é que seja inaugurada até o próximo ano.

Heitor Miranda foi prefeito de Porto Murtinho entre 2013 e 2016. Ele faleceu em 2022 aos 69 anos.

— Através desse traçado, você vai economizar 14 dias de viagem, 8 mil quilômetros marítimos a menos. Haverá redução de até 40% no frete dos produtos que saírem de Brasil, Paraguai, Argentina e Chile para ir até ao continente asiático. Vamos promover um desenvolvimento inigualável no aspecto logístico — declarou Nelsinho quando a matéria foi aprovada na Comissão de Relações Exteriores do Senado (CRE), no início do mês de julho. 

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Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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POLÍTICA NACIONAL

Anulada criação da Floresta Nacional de Cristópolis, na Bahia

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A anulação do decreto presidencial que criou a Floresta Nacional de Cristópolis, localizada no oeste da Bahia, foi aprovada pelos senadores nesta quarta-feira (2). O Projeto de Lei (PL) 1.663/2022, que revoga o decreto e extingue a floresta, segue para sanção.

Criada originalmente por decreto presidencial em 18 de maio de 2001, a reserva cobria uma área estimada de 30 mil hectares. No entanto, de acordo com o projeto de lei apresentado pela Presidência da República, o processo de criação da unidade de conservação apresentou vícios jurídicos insanáveis.

Segundo os relatórios técnicos que embasaram a proposta, a demarcação física da Flona ocorreu em coordenadas geográficas completamente diferentes daquelas previstas no decreto original, em área situada em outro município baiano. Além disso, estudos apontaram que a região demarcada não reunia os atributos ecológicos e florestais necessários que justificassem a manutenção da floresta nacional de proteção, que nunca foi efetivamente implantada.

O senador Jaques Wagner (PT-BA) emitiu relatório de Plenário. Ele chamou a atenção para o tempo que foi necessário para corrigir o erro de demarcação da floresta.

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— Foram 25 anos para que os proprietários pudessem retomar com normalidade e produzir nas suas áreas. (…) É reconhecido inclusive pelo Ibama o erro que foi feito há 25 anos — pontuou.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

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