POLÍTICA NACIONAL

Damares anuncia CPI para investigar pedofilia

Publicados

em

Em pronunciamento no Plenário nesta nesta terça-feira (12), a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) anunciou a apresentação de um pedido de criação de comissão parlamentar de inquérito (CPI) para investigar casos de pedofilia e erotização de crianças. A iniciativa, proposta pelo senador Jaime Bagattoli (PL-RO) e pela própria Damares, obteve 70 assinaturas — número que, segundo a parlamentar, é o maior já registrado em um requerimento de CPI no Senado.

A senadora, que é presidente da Comissão de Direitos Humanos (CDH) ressaltou que a mobilização não foi motivada apenas por recentes denúncias feitas pelo influenciador digital Felipe Bressanim, mais conhecido por Felca, mas também pela série de leis aprovadas nos últimos anos para ampliar a proteção da infância, como a criação do Cadastro Nacional de Pedófilos e de projetos que aumentam penas para abusadores.

— Que bom que foi um influencer que veio denunciar o horror do mundo on-line. Alguém do ambiente, um jovem, denunciando os horrores. E o interessante é que, assim que o vídeo dele foi divulgado, muitos jovens começaram a reproduzir a mensagem. Ele teve o poder de dizer: Epa! Isso não é engraçado, isso é sério — afirmou Damares, ao lembrar que a erotização infantil no Brasil antecede as redes sociais e foi normalizada por práticas culturais e até políticas públicas.

Leia Também:  Relator da PEC das Prerrogativas afirma que há consenso sobre o texto

A parlamentar também alertou para o risco de que o caso seja usado como justificativa para impor ao país uma regulamentação da internet que possa restringir a liberdade de expressão. Damares afirmou que é possível criar um ambiente on-line seguro para crianças sem permitir que, “em nome da infância”, sejam aprovadas medidas que possam silenciar manifestações.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Propaganda

POLÍTICA NACIONAL

Senado deve escolher substituto de Bruno Dantas no TCU

Publicados

em

O Senado deverá escolher quem ocupará a vaga aberta no Tribunal de Contas da União (TCU) com a renúncia do ministro Bruno Dantas, anunciada nesta segunda-feira (31). Dantas ocupava uma das vagas cuja indicação é feita pelo Senado.

O TCU é formado por nove ministros. De acordo com a Constituição, seis são escolhidos pelo Congresso Nacional e três pelo presidente da República.

Na divisão adotada pelo Legislativo, das seis vagas que cabem ao Congresso, três têm origem no Senado e três na Câmara dos Deputados.

O Decreto Legislativo 6/1993 determina que os nomes indicados pelo Senado devem passar por arguição pública na Comissão de Assuntos Econômicos do Senado (CAE) e depois por votação no Plenário da Casa. Além disso, o escolhido também precisa ser aprovado na Câmara dos Deputados. Concluído o processo no Congresso Nacional, cabe ao presidente da República nomear o novo ministro.

Renúncia

Bruno Dantas protocolou nesta segunda-feira o pedido de renúncia ao cargo de ministro do TCU, que ocupava desde 2014. Ele presidiu o tribunal no biênio 2023–2024.

Leia Também:  Comissão debate transplante de medula óssea para tratamento de câncer em crianças e adolescentes

Na carta em que anunciou a decisão, Dantas afirma que pretende se dedicar a novos projetos profissionais. Ele também destacou sua ligação com o Senado, onde ingressou como consultor legislativo e atuou entre 2003 e 2014 — Dantas, inclusive, chefiou a Consultoria Legislativa do Senado entre 2007 e 2011.

Além disso, ele representou o Senado no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agência Senado

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA