SÁTIRA POLÍTICA

Capivara Play faz sátira com Janaina Riva “Djogando” com eleitores de Lula e Bolsonaro – veja o video 

No quadro “Djogo dos Tronos”, animação produzida com Inteligência Artificial usa humor para colocar a candidata ao Senado entre os dois polos da política nacional

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O Capivara Play, por meio do quadro “Djogo dos Tronos”, entrou no clima da disputa eleitoral em Mato Grosso com uma sátira envolvendo a candidata ao Senado Janaina Riva (MDB). O vídeo, produzido em formato de animação por meio de Inteligência Artificial (IA), apresenta uma personagem inspirada na parlamentar em uma espécie de jogo político para conquistar eleitores identificados tanto com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quanto com Jair Bolsonaro (PL).

A animação explora justamente a polarização entre esquerda e direita e coloca Janaina diante do desafio de dialogar com públicos politicamente antagônicos.

Um dos momentos mais emblemáticos do vídeo ocorre quando a personagem de Janaina encontra uma eleitora identificada com a esquerda. Na cena humorística, a emedebista aparece fazendo o tradicional “L” com os dedos, gesto associado politicamente a Lula e aos seus apoiadores.

Na sequência, a sátira muda de lado. Diante de um personagem apresentado como eleitor de Bolsonaro, Janaina aparece fazendo o gesto de “arminha” com os dedos, símbolo que ficou associado ao ex-presidente e a seus apoiadores ao longo dos últimos anos.

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As duas cenas são utilizadas pelo “Djogo dos Tronos” para construir a principal provocação do vídeo: Janaina aparece adotando gestos associados a Lula diante de uma eleitora de esquerda e, depois, reproduzindo um símbolo ligado a Bolsonaro diante de um eleitor de direita.

A animação transforma essa mudança de gestos em uma brincadeira sobre a busca por votos nos dois extremos do espectro político, sugerindo, dentro do contexto exclusivamente humorístico da produção, uma tentativa de conversar com eleitorados de perfis ideológicos distintos.

Em outro momento, a personagem aparece caracterizada como uma princesa e busca saber como agir para “vencer o jogo”. Diferentes personagens apresentam questionamentos relacionados ao posicionamento político da candidata.

A provocação ganha ainda mais força quando a personagem recebe como conselho: “Diga o que as pessoas querem ouvir que você as terá em suas mãos.”

A frase funciona como um dos pontos centrais da sátira e reforça a narrativa construída pela animação sobre estratégias eleitorais voltadas à conquista de diferentes segmentos do eleitorado.

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O conteúdo do quadro “Djogo dos Tronos” utiliza Inteligência Artificial, linguagem humorística e caricatural e não reproduz necessariamente declarações ou situações reais envolvendo a candidata. As cenas do “L” e da “arminha”, portanto, fazem parte da representação criada pela produção para desenvolver a sátira política.

Com a polarização nacional como pano de fundo, o vídeo transforma a disputa pelo voto em um verdadeiro jogo político. De um lado, Janaina aparece fazendo o “L”; do outro, a “arminha”. No meio, está justamente a provocação proposta pelo Capivara Play: até onde um candidato pode ir para tentar conquistar eleitores de campos políticos adversários?

Com humor, ironia e Inteligência Artificial, o “Djogo dos Tronos” coloca Janaina Riva no centro da polarização e satiriza a tentativa de dialogar, ao mesmo tempo, com eleitores de Lula e Bolsonaro.

Veja o video


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POLÍTICA MT

Após pesquisa que mostra liderança de Pivetra, Wellington parte para o ataque e diz que “lágrimas de crocodilo” de governador não resolvem problema da água em VG

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O candidato ao Governo de Mato Grosso Wellington Fagundes (PL) elevou o tom contra o governador e adversário Otaviano Pivetta (Republicanos) após divulgação do do instituto Paraná pesquisas que apontou liderança do republicanos com 39% e colocou a crise no abastecimento de água de Várzea Grande no centro do embate eleitoral.

Em entrevista ao VG Notícias nesta segunda-feira (24), Wellington criticou a promessa de Pivetta de buscar uma solução para o problema enfrentado pelos moradores do município e afirmou que a questão não pode ser resolvida com medidas de curto prazo.

“Um candidato que está há sete anos como vice-governador vir agora dizer que vai resolver o problema da água em poucos dias, não cola. Não adianta ele chorar lágrimas de crocodilo. O problema de Várzea Grande não se resolve assim, porque o problema principal é a distribuição”, disparou Wellington.

A ofensiva ocorre em meio à intensificação da campanha eleitoral e após a divulgação de pesquisas sobre a disputa pelo Palácio Paiaguás. Com a corrida entrando em uma fase decisiva, Wellington passa a adotar um discurso mais direto contra Pivetta, transformando problemas de infraestrutura e a atuação do atual grupo governista em pontos de confronto.

Segundo Wellington, o principal gargalo do abastecimento de Várzea Grande não estaria na produção ou captação de água, mas na precariedade da rede de distribuição, formada por tubulações antigas e comprometidas.

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O candidato argumentou que simplesmente elevar a pressão da rede pode ampliar os vazamentos e, por isso, seria necessária uma intervenção estrutural.

“Os canos antigos não aceitam pressão. Quanto mais aumenta a pressão para a água chegar, mais água acaba vazando para a terra. É preciso trocar a rede, fazer investimento maciço e executar uma obra planejada. Isso não se resolve em dois meses e, provavelmente, nem em um ano”, afirmou.

PLANO DE QUATRO ANOS

Wellington defendeu a elaboração de um programa permanente de investimentos em saneamento para Várzea Grande, com participação do Governo do Estado, Prefeitura, Câmara Municipal e demais instituições.

“Várzea Grande precisa de um projeto para quatro anos, com investimento, planejamento e execução. É assim que vamos trabalhar: com diálogo, mutirões e união entre os poderes. O governador pode ajudar muito na construção dessa solução”, declarou.

O candidato também destacou sua participação nas articulações para a retomada de recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) destinados ao município. Conforme relatado por Wellington, foram liberados aproximadamente R$ 87 milhões para obras de esgotamento sanitário.

Ele afirmou que as tratativas para destravar projetos vêm sendo realizadas desde 2025 e citou a participação da prefeita Flávia Moretti nas articulações.

ETE SANTA MARIA

Outro ponto abordado pelo candidato foi a situação da Estação de Tratamento de Esgoto (ETE) Santa Maria. Wellington afirmou que a prorrogação do convênio para conclusão das obras deverá ser autorizada pelo Ministério das Cidades ainda nesta semana.

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A expectativa, segundo ele, é pela concessão de um aditivo de prazo de mais 20 meses, possibilitando a continuidade dos trabalhos e a conclusão da primeira etapa funcional da estação.

“Estamos trabalhando para que essa prorrogação seja autorizada ainda nesta semana. A articulação da prefeita Flávia, com o apoio técnico da Secretaria de Viação e Obras, foi fundamental, assim como nossa participação nas articulações políticas em Brasília junto ao Ministério das Cidades”, afirmou.

Wellington disse ainda que continuará acompanhando o processo até a assinatura do aditivo para evitar a perda dos investimentos já realizados.

“O que importa é garantir que Várzea Grande não perca os investimentos já realizados e que uma obra tão importante para o saneamento seja entregue à população”, declarou.

Ao encerrar as críticas, Wellington voltou a estabelecer uma comparação entre aquilo que classificou como promessa eleitoral e uma solução de longo prazo para o município.

“Não existe solução mágica para um problema dessa dimensão. O que existe é trabalho, planejamento, recurso e articulação. É isso que Várzea Grande precisa e é assim que pretendo governar Mato Grosso”, concluiu.

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