NÃO VAMOS PERMITIR

Pivetta garante punições e ofensivas contra criminalidade em MT

O governador garantiu que iniciativas de segurança avançarão e Governo do Estado não se acomodará no enfrentamento

O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), durante posse de policiais civis nesta sexta-feira (24), afirmou que o enfrentamento às facções criminosas continuará “avançando com força” em Mato Grosso.

Questionado pela imprensa sobre o planejamento de segurança do governo, Pivetta pontuou que não permitirá a atuação dos faccionados. Em 2024, a gestão estadual criou a Secretaria de Justiça (Sejus-MT) para otimizar o enfrentamento contra a criminalidade e o controle das unidades prisionais.

“Com as forças que temos, vamos prender e punir. Não há falta do estado neste quesito. Estamos avançando com força e determinação. Pode ser que, há um tempo, os criminosos mudaram de algum estado para cá. Agora, eles mudam de profissão ou vão mudar de estado, porque não vamos permitir”, garantiu.

Após a criação da Sejus, o estado teve redução de aproximadamente 23% nas mortes violentas, sendo a terceira maior redução do Brasil. Pivetta, então, garantiu que está no planejamento estadual manter o estado sem áreas dominadas pelo crime organizado.

“Não temos território dominado pelo estado paralelo e nem vai ter, mas isso não nos deixa tranquilos. Não é nada que nos deixe acomodados. Nós vamos para cima e vamos fazer com que a criminalidade diminua”, completou.

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POLÍTICA MT

Jayme Campos evita projetar votação e diz que vontade do União Brasil prevalecerá sobre alianças

Às vésperas da convenção do União Brasil, o senador Jaime Campos adotou um discurso de cautela ao ser questionado sobre a expectativa de votos que poderá receber durante a definição dos rumos da legenda para as eleições de 2026. Sem fazer qualquer projeção, o parlamentar afirmou que confia na democracia interna do partido e no direito de cada convencional de manifestar livremente sua posição.

Segundo Jayme, a convenção representa um momento de fortalecimento da democracia partidária e deve ser conduzida com respeito aos filiados e às decisões coletivas. O senador ressaltou que acredita no processo democrático e que o resultado será fruto da manifestação legítima dos correligionários.

“Acredito na democracia, no direito ao voto e no respeito aos correligionários. A vontade do partido deve ser respeitada”, afirmou.

Jayme Campos também fez questão de destacar que, em sua avaliação, os interesses do União Brasil devem prevalecer sobre qualquer negociação política. Para ele, a legenda precisa definir seus próprios rumos antes de discutir eventuais composições eleitorais.

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“Acima de qualquer interesse de coligação ou de qualquer outra circunstância, está o interesse do partido. A vontade partidária vem em primeiro lugar e deve ser respeitada por todos”, declarou.

O senador evitou comentar números ou fazer previsões sobre o desempenho na convenção, afirmando que cabe aos convencionais decidir o futuro da sigla de forma livre e soberana. Segundo ele, o processo interno fortalece o partido e demonstra maturidade política.

A convenção do União Brasil é aguardada com grande expectativa por reunir as principais lideranças da legenda em Mato Grosso e deverá definir os próximos passos da sigla para as eleições de 2026. A manifestação de Jayme Campos reforça o discurso de valorização da democracia interna, da autonomia partidária e do respeito às decisões tomadas pelos filiados.

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