BASTIDORES ELEIÇÕES 2026

Classe política se une ao pior governador da historia para pressionar Mauro Mendes a desistir da disputa ao Senado

Grupo formado por figuras tradicionais da política mato-grossense intensifica ataques ao governador; nos bastidores, estratégia seria gerar desgaste político e influenciar projeto eleitoral para 2026

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As movimentações políticas com foco nas eleições de 2026 começam a ganhar contornos cada vez mais intensos em Mato Grosso.

Nos bastidores, lideranças tradicionais da política estadual estariam se articulando em torno de um objetivo comum: naufragar o projeto do governador Mauro Mendes (União Brasil) de disputar uma vaga no Senado Federal.

De acordo com interlocutores que acompanham as articulações políticas, um grupo formado por nomes conhecidos da política mato-grossense, como o ex-prefeito de Cuiabá Emanuel Pinheiro, o senador Jaime Campos, o deputado estadual Wilson Santos, o senador Wellington Fagundes e outros integrantes da chamada velha guarda da política estadual, teria ampliado conversas e alinhado posições para confrontar o governador no debate público.

O movimento esraria usando como bucha de canhão o pior governador da historia de mato-grosso José Pedro Taques, que voltou a ocupar espaço no cenário político depois de anos no ostracismo, e tem intensificado ataques e denuncias à atual gestão estadual.

Entre aliados do governador, a leitura é de que os ataques constantes ao governo e até a membros da família do chefe do Executivo fazem parte de uma estratégia de desgaste político.

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Nos bastidores do Palácio Paiaguás, a avaliação de interlocutores próximos ao governo é de que a ofensiva teria como objetivo criar um ambiente político adverso capaz de pressionar Mauro Mendes a reavaliar seu projeto eleitoral para o Senado e até mesmo sua eventual saída do governo em abril deste ano, prazo previsto pela legislação eleitoral para quem pretende disputar outro cargo.

Um dos pontos que mais tem causado estranhamento nos bastidores da política mato-grossense é a possível presença do ex-deputado estadual José Riva nesse grupo de articulação. Segundo relatos de interlocutores políticos, Riva estaria participando de conversas e diálogos dentro desse campo político que busca ampliar críticas ao atual governo.

A situação chama atenção principalmente pela aproximação entre José Riva e Pedro Taques, dois personagens que historicamente estiveram em lados opostos da política estadual.

Nos bastidores, essa reaproximação é vista por analistas políticos como um movimento incomum dentro do xadrez político mato-grossense, o que tem alimentado especulações sobre os reais objetivos da articulação.

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Para observadores do cenário político, a eventual participação de Riva reforça a percepção de que figuras tradicionais da política estadual estariam se reorganizando em torno de uma frente comum, reacendendo antigas alianças e rivalidades que voltam a ganhar força no debate político do estado.

Procurados por interlocutores políticos, integrantes do grupo que faz críticas ao governo negam a existência de uma articulação coordenada para pressionar o governador.

Eles afirmam que as manifestações públicas fazem parte do debate democrático sobre a gestão estadual e o futuro político de Mato Grosso.
Enquanto isso, Mauro Mendes mantém agenda administrativa e evita comentar diretamente as movimentações de bastidores.

Aliados próximos afirmam que o governador segue focado na gestão e nas entregas do governo, enquanto o cenário eleitoral de 2026 começa a se desenhar com antecedência no estado.

Nos meios políticos, a avaliação é de que a disputa pelo Senado promete ser uma das mais acirradas da história recente de Mato Grosso, reunindo lideranças influentes e reacendendo rivalidades antigas no cenário político estadual.

Palmiro Pimenta 

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POLÍTICA MT

Renner se pronuncia após morte de Rick: “Aos poucos a gente vai levantar”

Cantor agradeceu as mensagens de carinho e afirmou que pretende continuar cantando após a perda do parceiro de quatro décadas

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O cantor Renner se pronunciou nesta quinta-feira (24) pela primeira vez após a morte de Rick Sollo, seu parceiro na dupla sertaneja Rick & Renner. Rick morreu aos 59 anos após o helicóptero em que estava cair em Santa Catarina. Em um vídeo publicado nas redes sociais, Renner falou sobre os dias difíceis enfrentados por familiares e pessoas próximas e agradeceu o apoio recebido dos fãs.

“Eu resolvi aparecer agora somente porque a gente passou por momentos bem difíceis até agora. Foram 40 anos de vivência, de muito suor, muita luta. Então, não é fácil. Mas Deus está dando a força. Aos poucos a gente vai levantar”, afirmou o cantor.

Renner também agradeceu as mensagens de solidariedade enviadas após a tragédia e destacou o carinho recebido pelas famílias das vítimas. Segundo ele, a saudade permanecerá, mas o apoio dos fãs tem ajudado neste período.

Apesar da perda, o cantor afirmou que pretende continuar a carreira musical. “O show não pode parar, não é? A gente vai continuar cantando”, declarou.

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Rick e Renner construíram uma trajetória de cerca de quatro décadas na música sertaneja. A dupla foi formada nos anos 1980, em Brasília, e alcançou projeção nacional na década seguinte, com sucessos como “Ela é Demais” e “Nos Bares da Cidade”. 

O acidente aconteceu após o helicóptero desaparecer durante um voo em Santa Catarina. Os destroços foram encontrados na região de Santa Bárbara, no interior de Urubici, na terça-feira (22). Cinco pessoas estavam na aeronave e morreram: Rick, o empresário Bruno Avelar, o videomaker Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. 

O velório e o sepultamento de Rick ocorreram nesta quinta-feira, em Sorocaba (SP), em cerimônia reservada a familiares e amigos. Renner esteve presente na despedida antes de publicar o vídeo nas redes sociais. 

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