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Assembleia finaliza mais uma edição do curso de Introdução ao Processo Legislativo

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A Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) finalizou mais uma edição do curso Introdução ao Processo Legislativo com a formação de aproximadamente cem profissionais que atuam nos poderes legislativos, executivo e judiciário, em instituições representativas da sociedade civil e da imprensa. Realizado pela Escola do Legislativo em parceria com a Secretaria de Serviços Legislativos (SSL), o curso busca apresentar áreas e os trabalhos desempenhados no Parlamento mato-grossense.

Neste ano, o curso totalizou oito horas-aula e foi ministrado para quatro turmas diferentes e contou com a participação de pessoas até de outros estados do país, como foi o caso de um aluno que veio de Roraima para participar da primeira turma. O consultor legislativo da SSL, Gabriel Lucas Scardini Barros, explica que o curso busca alinhar o conhecimento tanto com a comunidade interna, da ALMT, quanto externa, aproximando o Poder Executivo da sociedade e dos demais poderes.

Foi o que aconteceu com Graziella Petenatti, assessora dos Conselhos Temáticos da Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt). Ela fez o curso com o objetivo de conhecer os processos legislativos, visto que, recentemente, mudou de área de atuação e vai passar a acompanhar algumas pautas na Assembleia. “Eu não tinha noção de como era possível acessar o Poder Legislativo, como as tramitações ocorriam. O curso foi muito importante porque me mostrou que existe uma abertura para participação da sociedade, além de entender melhor como os trabalhos acontecem”.

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Mesmo quem já trabalha no Poder Legislativo, muitas vezes busca o curso para aperfeiçoamento ou atualização. Como a servidora Vanessa Carvalho, que trabalha na Assembleia desde 2008 e já passou por diferentes setores. Atualmente, ela atua no administrativo da Secretaria Parlamentar da Mesa Diretora e quis ampliar o conhecimento para caso surjam novas oportunidades. “Estou na Secretaria Parlamentar há um tempo, mas não trabalho diretamente com o processo legislativo. Achei importante fazer o curso para poder diversificar minha atuação e ampliar o conhecimento”.

Ricardo Gomes Sérgio Souza, analista legislativo da SSL, conta que o curso Introdução ao Processo Legislativo é uma oportunidade de aprendizado para quem ministra as aulas, que precisa se atualizar e revisar os estudos, e para quem se inscreve. “Percebemos que depois dos cursos, a qualidade dos trabalhos internos melhora na Assembleia. Sem falar que o conhecimento também é aproveitado por profissionais de outras áreas, como vimos com a equipe da Secom [Secretaria de Comunicação] participando, fazendo perguntas, buscando entender como ocorrem os processos da Casa”.

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Gabriel Lucas destacou que uma das características do curso é a possibilidade de contextualização, o que facilita a aprendizagem. “Este ano o curso foi ministrado no período em que a Assembleia discutia o Projeto de Lei do Transporte Zero [PL 1363/2023] e, a todo tempo, era possível exemplificar alguns conteúdos com a tramitação do projeto”, revelou.

Ainda não há previsão sobre novas turmas do curso Introdução ao Processo Legislativo , mas caso haja demanda, a Escola do Legislativo e a SSL poderão viabilizar mais edições e as informações serão divulgadas no site da al.mt.gov.br.

Fonte: ALMT – MT

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Fábio Garcia critica decisões judiciais após cancelamento de debate presidencial da Globo

Deputado de MT atribuiu episódio a uma tentativa de favorecer Lula; emissora cancelou encontro após decisões do TSE e STF e a desistência de Flávio Bolsonaro

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O deputado federal e candidato à reeleição Fábio Garcia (União Brasil) criticou as decisões judiciais que antecederam o cancelamento do último debate presidencial da TV Globo antes do primeiro turno. Em vídeo publicado nas redes sociais, o parlamentar afirmou que, na avaliação dele, “estão tentando eleger o Lula no tapetão”. 

O debate estava previsto para a noite de quinta-feira (1º), mas foi cancelado depois de mudanças determinadas pela Justiça e da desistência de Flávio Bolsonaro (PL). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) já havia informado que não participaria do encontro. 

Uma das decisões, da ministra Estela Aranha, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), proibiu a Globo de exibir o púlpito vazio destinado a Lula e também impediu que os demais participantes simulassem perguntas ao candidato ausente. A determinação ocorreu após pedido da coligação do petista. 

Outra decisão, do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF), garantiu a participação de Renan Santos (Missão), alterando a composição inicialmente prevista pela emissora. 

Ao comentar o episódio, Fábio Garcia contestou as duas medidas e associou as mudanças nas regras à ausência de Lula.

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“Estão tentando eleger o Lula no tapetão mais uma vez. Pessoal, uma hora da manhã, cheguei agora das minhas reuniões e fui informado que não houve o debate presidencial da Rede Globo. Qual o motivo? O Tribunal Superior Eleitoral deu uma decisão obrigando a Rede Globo a não mostrar que o presidente Lula fugiu do debate, portanto não poderia mostrar o espaço do Lula vazio no debate”, afirmou.

O deputado também criticou a inclusão de Renan Santos e argumentou que, sem a participação de Lula, o candidato do Missão concentraria críticas em Flávio Bolsonaro. A interpretação foi apresentada por Garcia como uma tentativa de prejudicar o candidato do PL.

Flávio Bolsonaro, que havia confirmado presença, desistiu de participar poucas horas antes do programa. A Globo informou que recebeu duas notificações judiciais que interferiam nas regras previamente acordadas e decidiu cancelar o debate. 

Garcia afirmou que a desistência de Flávio ocorreu diante das novas condições estabelecidas para o encontro e voltou a atribuir motivação política às decisões.

“Flávio Bolsonaro decidiu, portanto, não ir ao debate nessa condição e o debate foi cancelado. Mas no fim, o que queriam era usar o debate da Globo para desgastar Flávio Bolsonaro e para esconder que o Lula tinha fugido do debate”, declarou.

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Ao encerrar o vídeo, o deputado classificou o episódio como incompatível com uma eleição livre e disse que a resposta deveria ocorrer nas urnas.

“Isso não é eleição livre e nós não vamos aceitar. Nós vamos dar resposta nas urnas. E vai ser a vitória da democracia para endireitar o Brasil”, afirmou.

O primeiro turno das eleições está marcado para domingo (4).

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