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PRF encontra cocaína em ônibus com auxílio de cães

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Na última sexta-feira, em fiscalização no km 387 da BR 364, uma equipe da Polícia Rodoviária Federal abordou um ônibus que fazia linha Cuiabá/MT – Rio de Janeiro/RJ.

Durante o procedimento de fiscalização, quando os policiais faziam verificação dentro do veículo perceberam que uma das passageiras apresentava demasiado nervosismo e agitação, o que levantou suspeita. Foi solicitado que apresentasse a documentação e bagagens que pertenciam a ela, informou não ter malas. Questionada sobre a origem e o destino da viagem, informou que estava indo para Uberlândia/MG, porém não sabia informar o que iria fazer na cidade e em que local se hospedaria, disse apenas que iria ficar perto da rodoviária e visitaria uma tia a qual não sabia o nome.

Devido a isso foram utilizados os procedimentos de fiscalização veicular utilizando os cães de faro, momento em que foi encontrado uma mochila a qual pertencia a tal passageira, conforme confirmado pelos bilhetes de passagens, e dentro da mochila a equipe da PRF encontrou 03 tabletes inteiros e 01 tablete cortado ao meio, chegando a um total de 4 Kg de cocaína.

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A passageira disse que pegou a droga em Ji-Paraná/RO e levaria para Uberlândia/MG, pelo transporte receberia R$ 3.000,00. Desta forma, a mulher foi detida, a princípio, pelo crime de tráfico de drogas e junto aos objetos encontrados com ela foi encaminhada a Polícia Judiciária Civil de Cuiabá.

Fonte: PRF MT

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Vídeo mostra prisão de Angeliquinha sob forte escolta policial na Bolívia

Foragida de Mato Grosso foi localizada em Santa Cruz de la Sierra após mais de um ano e apresentada às autoridades bolivianas

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Um vídeo divulgado após a prisão de Angélica Saraiva de Sá, conhecida como “Angeliquinha”, mostra o momento em que ela é conduzida sob forte escolta policial em Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia. As imagens registram agentes armados durante a operação e a apresentação da mulher diante de autoridades locais.

No início da gravação, policiais aparecem em frente a um imóvel durante a movimentação que antecedeu a condução da foragida. Em seguida, Angeliquinha é vista com as mãos contidas e cercada por agentes enquanto é retirada do local. Ela também aparece diante de autoridades bolivianas, acompanhada por policiais da Força Especial de Luta Contra o Narcotráfico (FELCN). 

A prisão ocorreu na terça-feira (22), em Santa Cruz de la Sierra, após uma ação conjunta entre investigadores da Polícia Civil de Mato Grosso e autoridades bolivianas. Segundo o delegado Victor Hugo Caetano de Freitas, da Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (Draco), Angeliquinha foi localizada em via pública, e não dentro da residência onde estava vivendo. 

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Durante a abordagem, segundo a Polícia Civil, ela apresentou um documento brasileiro falso com identidade diferente. A identificação facial e informações repassadas previamente às autoridades permitiram confirmar a identidade da mulher. 

Angeliquinha estava foragida desde 17 de agosto de 2025, quando escapou da Penitenciária Feminina Ana Maria do Couto May, em Cuiabá. Após a captura, a Polícia Civil abriu uma nova frente de investigação para apurar a atuação dela durante o período em que permaneceu na Bolívia. 

De acordo com o delegado, Santa Cruz de la Sierra é considerada uma região estratégica para organizações criminosas brasileiras. A investigação deverá analisar dados telemáticos para verificar quais atividades Angeliquinha teria desempenhado durante o período em que esteve escondida no país.

A Polícia Civil afirma ainda que ela teria mantido contato com integrantes de uma facção criminosa e continuado exercendo influência sobre atividades do grupo mesmo enquanto estava foragida. Essas informações fazem parte da investigação conduzida pelas autoridades. 

Segundo a Polícia Civil, Angeliquinha possui condenações que, somadas, ultrapassam 260 anos de prisão e tinha seis mandados de prisão em aberto. Entre as condenações está uma pena de 99 anos e 11 meses relacionada a homicídios, ocultação de cadáver e organização criminosa. 

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Após a prisão, ela permanece submetida aos procedimentos legais das autoridades bolivianas antes de ser encaminhada ao Brasil para o cumprimento das determinações judiciais. 

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