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Polícia Militar liberta vítima de sequestro e prende suspeito em Rondonópolis

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Policiais militares da Força Tática do 4º Comando Regional libertaram uma mulher de 44 anos vítima de roubo e sequestro, no final da manhã desta terça-feira (07.03), em Rondonópolis. Na ação, um homem de 34 anos foi preso em flagrante e duas armas de fogo apreendidas.

De acordo com o boletim de ocorrência, a Polícia Militar foi informada sobre dois homens que teriam rendido uma mulher e roubado um veículo Hyundai HB20 no município de Chapada dos Guimarães, no começo da manhã desta terça-feira (07). 

Segundo as denúncias, os suspeitos teriam mantido a vítima como refém dentro do veículo e partiram em direção a cidade de Rondonópolis, pela rodovia BR-364. De imediato, as equipes policiais montaram barreiras pelas rodovias próximas. 

Na entrada da rodovia MT-270, no distrito de São Lourenço de Fátima, um veículo com as mesmas características do carro envolvido no crime desobedeceu às ordens de parada, fugindo em alta velocidade. Os policiais militares iniciaram acompanhamento, e o condutor perdeu a direção do veículo e colidiu contra um caminhão. 

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Em seguida, os suspeitos tentaram fugir por direções opostas. Um dos homens apontou uma arma em direção aos policiais militares, que reagiram à agressão realizando um disparo de arma de fogo, que atingiu o suspeito.

O segundo criminoso entrou por uma região de mata, sendo detido rapidamente por uma das equipes presentes no local. No mesmo instante, a vítima do sequestro foi encontrada dentro do veículo, sendo resgatada pelos policiais militares.

Em buscas pelo local, foram localizadas duas armas de fogo e duas facas. O suspeito detido foi encaminhado para a Delegacia da cidade, para registro da ocorrência e demais providências. Uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionada e constatou a morte do suspeito.

Disque-denúncia   

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: PM MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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