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Polícia Civil prende em Denise autor de homicídio de DJ em Nova Mutum

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Policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Nova Mutum prenderam em flagrante, nesta terça-feira (02.04), na cidade de Denise, o autor do homicídio de um DJ ocorrido no último fim de semana.

Murilo da Silva Marques, de 20 anos, conhecido como DJ ‘The Hacker’, foi morto a tiros na porta de uma boate de Nova Mutum, na noite do último sábado, 30 de março.

Desde o registro do crime, a Derf de Nova Mutum já trabalhava com a hipótese do crime ter envolvimento com a guerra de facções.

No domingo, a Polícia Rodoviária Federal conduziu à delegacia da Polícia Civil de Nova Mutum um casal por porte ilegal de arma de fogo. Os policiais civis desconfiaram que o homem detido pudesse ter ligação com o homicídio do DJ. E.F.M.S., de 29 anos, tem envolvimento com uma facção criminosa e foi preso com um revólver prateado, com as mesmas características do foi utilizado na morte da vítima em também em uma tentativa de homicídio ocorrida em março.

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Após diligências ininterruptas e levantamentos de imagens, reconhecimentos e oitivas, a Derf de Nova Mutum chegou à identidade do executor do crime.

De acordo com o delegado responsável pela investigação, Guilherme Pompeo, o autor do homicídio, V.H.D.S., de 19 anos, é morador da cidade de Denise e foi a Mutum exclusivamente para praticar o crime. Logo após executar a vítima, ele voltou à sua cidade e abandonou a motocicleta usada, que foi identificada como roubada.

A equipe da Derf o localizou, trabalhando em uma obra em Denise. Ele estava monitorado por tornozeleira eletrônica, mas o aparelho já não emitia sinais desde a metade do mês de março.

A investigação aponta que o primeiro suspeito, conduzido pela PRF, forneceu a arma de fogo e a moto Honda Bros utilizados para o homicídio. Já o criminoso preso em Denise foi o responsável por fazer os disparos contra o DJ.

Interrogado na unidade policial, o autor do homicídio confessou o crime e disse que pertence a uma facção criminosa.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Grávida de quatro meses denuncia companheiro após ser agredida e ameaçada em MT

Mulher de 24 anos relatou ter levado quatro socos durante uma discussão e buscou ajuda de familiares antes da chegada da Polícia Militar

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Uma mulher de 24 anos, grávida de quatro meses, denunciou o companheiro, de 23, após relatar ter sido agredida e ameaçada dentro da residência onde o casal morava, em Ipiranga do Norte, a cerca de 438 quilômetros de Cuiabá. O caso aconteceu na tarde de segunda-feira (21).

Segundo o boletim de ocorrência, a discussão teria começado depois que o homem pegou o celular da companheira e encontrou algo que teria desagradado a ele. Conforme o relato da vítima, o suspeito passou a ofendê-la e, enquanto ela preparava comida na cozinha, teria se aproximado por trás e desferido dois socos na região das costelas.

Assustada, a mulher correu para o banheiro e se trancou. Do lado de fora, segundo o relato registrado pela polícia, o companheiro continuou com as ofensas e teria ameaçado agredi-la caso ela deixasse o cômodo. Em determinado momento, ele teria dado um prazo para que ela saísse e ameaçado arrombar a porta.

Depois de deixar o banheiro e começar a se vestir no quarto, a vítima afirmou que voltou a ser agredida, desta vez com dois socos na região da nuca. Ao todo, ela relatou quatro agressões físicas. 

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A mulher então pediu ajuda à mãe e ao avô do companheiro. Conforme o depoimento, o avô permaneceu ao lado dela enquanto ela reunia seus pertences para deixar a residência. O homem, por sua vez, teria continuado exigindo que ela deixasse o imóvel e fazendo ameaças.

A Polícia Militar foi acionada e chegou à residência, localizada na Rua dos Cajus, por volta das 16h25. O suspeito foi localizado e conduzido ao Núcleo da Polícia Militar. Posteriormente, a ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil de Sorriso para as providências necessárias. 

De acordo com o registro policial, não foram identificadas lesões aparentes na vítima ou no suspeito, e os dois recusaram atendimento médico. A mulher manifestou interesse em solicitar medidas protetivas de urgência.

O caso foi registrado como tortura, conforme a tipificação indicada no boletim de ocorrência, e deverá ser investigado pela Polícia Civil. 

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