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Polícia Civil apreende em MT e Goiás fuzis, munições e pistolas em fazendas de investigado por violência doméstica e sexual

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Policiais civis cumpriram nesta quarta-feira (13.03), no município de Gaúcha do Norte, mandados de busca e apreensão como parte da Operação Átria, de combate à violência doméstica no estado.

Em uma fazenda do município, de propriedade do alvo das investigações por crimes sexuais e de violência doméstica, a equipe policial das Delegacias de Gaúcha do Norte e de Paranatinga apreendeu armas de fogo e munições de calibres 38 e 9 mm e dois funcionários foram detidos em flagrante pelos crimes de porte ilegal de arma de fogo e posse irregular de arma de fogo de uso restrito.

O dono da fazenda, alvo de investigações por crimes cometidos em Gaúcha do Norte, foi preso no interior de Goiás, onde também tem propriedade. Na fazenda no estado vizinho foram cumpridos três mandados de buscas, com apoio da Polícia Civil goiana, e apreendidos dois fuzis 556, uma espingarda calibre 12, uma pistola 9 mm e um revólver, além de diversas munições.

O delegado de Gaúcha do Norte, Gabriel Conrado, explica que o proprietário rural responde por crimes sexuais, porte ilegal de arma de fogo, disparo de arma de fogo, ameaça e lesão corporal, cometidos no município de Gaúcha do Norte. Foi instaurado um inquérito policial pela delegacia do município para apurar os crimes cometidos, inclusive contra a própria filha.

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“Nós tínhamos a informação de que haveria grande quantidade de munições e armas nas propriedades dele em Mato Grosso e em Goiás. Diante dos elementos já colhidos na investigação pelos crimes de violência doméstica e sexual, representamos ao Poder Judiciário local pelas buscas e pela prisão preventiva do investigado”, explicou o delegado.
 

No alojamento dos funcionários, na fazenda em Gaúcha do Norte, foram encontradas dezenas de estojos deflagrados de calibre 38 e munições intactas de mesmo calibre. Em outro ponto da propriedade, foram localizadas munições calibre 9mm e um estojo de pistola Taurus

Com dois funcionários que estavam trabalhando no campo foram apreendidos o revólver calibre 38 e a pistola calibre 9 mm dentro de seu veículo. Ambos foram informados dos mandados de busca e assumiram a propriedade das armas de fogo.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Grávida de quatro meses denuncia companheiro após ser agredida e ameaçada em MT

Mulher de 24 anos relatou ter levado quatro socos durante uma discussão e buscou ajuda de familiares antes da chegada da Polícia Militar

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Uma mulher de 24 anos, grávida de quatro meses, denunciou o companheiro, de 23, após relatar ter sido agredida e ameaçada dentro da residência onde o casal morava, em Ipiranga do Norte, a cerca de 438 quilômetros de Cuiabá. O caso aconteceu na tarde de segunda-feira (21).

Segundo o boletim de ocorrência, a discussão teria começado depois que o homem pegou o celular da companheira e encontrou algo que teria desagradado a ele. Conforme o relato da vítima, o suspeito passou a ofendê-la e, enquanto ela preparava comida na cozinha, teria se aproximado por trás e desferido dois socos na região das costelas.

Assustada, a mulher correu para o banheiro e se trancou. Do lado de fora, segundo o relato registrado pela polícia, o companheiro continuou com as ofensas e teria ameaçado agredi-la caso ela deixasse o cômodo. Em determinado momento, ele teria dado um prazo para que ela saísse e ameaçado arrombar a porta.

Depois de deixar o banheiro e começar a se vestir no quarto, a vítima afirmou que voltou a ser agredida, desta vez com dois socos na região da nuca. Ao todo, ela relatou quatro agressões físicas. 

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A mulher então pediu ajuda à mãe e ao avô do companheiro. Conforme o depoimento, o avô permaneceu ao lado dela enquanto ela reunia seus pertences para deixar a residência. O homem, por sua vez, teria continuado exigindo que ela deixasse o imóvel e fazendo ameaças.

A Polícia Militar foi acionada e chegou à residência, localizada na Rua dos Cajus, por volta das 16h25. O suspeito foi localizado e conduzido ao Núcleo da Polícia Militar. Posteriormente, a ocorrência foi encaminhada à Delegacia da Polícia Civil de Sorriso para as providências necessárias. 

De acordo com o registro policial, não foram identificadas lesões aparentes na vítima ou no suspeito, e os dois recusaram atendimento médico. A mulher manifestou interesse em solicitar medidas protetivas de urgência.

O caso foi registrado como tortura, conforme a tipificação indicada no boletim de ocorrência, e deverá ser investigado pela Polícia Civil. 

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