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Polícia Civil cumpre ordens judiciais em investigação de morte de idoso no Contorno Leste

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A Polícia Civil, por meio da Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) com apoio da Corregedoria-Geral, cumpriu na manhã desta sexta-feira (07.06), três mandados de busca e apreensão e outras medidas judiciais, dentro da investigação que apura o envolvimento de um investigador de polícia na morte do idoso, ocorrida no mês de fevereiro, na região do Contorno Leste, em Cuiabá.

Os mandados de busca e apreensão tinham como objetivo a apreensão dos aparelhos celulares das pessoas envolvidas nos fatos. Durante as buscas, foram apreendidos todos os aparelhos celulares alvos da investigação, inclusive o do policial investigado.

Além das buscas, foi determinado pela Justiça com base no pedido da DHPP, o afastamento do policial da atividade-fim devendo atuar apenas em atividades estritamente administrativas, com o fim de garantir a tranquilidade das investigações e também o afastamento bancário e de dados pessoais dos aparelhos celulares dos investigados.

Segundo o delegado responsável pelas investigações, Marlon Luz, com esses afastamentos, a Polícia busca a continuidade das investigações sem uma possível interferência do policial nos atos investigatórios e também no esclarecimento de algumas circunstâncias que ainda não se tem resposta.

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“Os trabalhos investigatórios continuam para verificar se os elementos apurados confirmam ou não o que se tem de linha inicial de investigação”, disse o delegado.

O Processo Administrativo Disciplinar instaurado na Corregedoria-Geral segue em andamento para apurar supostas práticas de homicídio, falsidade ideológica, improbidade administrativa, além de diversas infrações administrativas imputadas ao policial.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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“Cabeleireiro dos famosos” é preso pela terceira vez em investigação sobre tráfico de drogas em MT

Elielson Gonçalves Vieira foi detido em Cuiabá durante operação da Polícia Civil que cumpre 26 ordens judiciais em Mato Grosso e São Paulo; profissional já havia sido preso em 2012 e 2025

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Conhecido por atender personalidades em Cuiabá, o cabeleireiro Elielson Gonçalves Vieira, conhecido como “Elielson Hair”, foi preso na manhã desta quinta-feira (8), durante a Operação Fio, deflagrada pela Polícia Civil de Mato Grosso. A investigação apura suspeitas de tráfico de drogas, associação para o tráfico e lavagem de dinheiro.

Esta é a terceira prisão do profissional em ocorrências relacionadas a investigações sobre entorpecentes. Elielson foi localizado em sua residência, onde os policiais também cumpriram um mandado de busca e apreensão.

Coordenada pela Delegacia Especializada de Repressão a Narcóticos (Denarc), a operação tem como objetivo desarticular um grupo suspeito de atuar na comercialização de drogas e na movimentação de recursos de origem ilícita.

Ao todo, foram expedidas 26 ordens judiciais, sendo cinco mandados de prisão preventiva, nove de busca e apreensão e 12 determinações de bloqueio de ativos financeiros.

As medidas foram autorizadas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo das Garantias – Polo Cuiabá e são cumpridas simultaneamente em Cuiabá, Várzea Grande e Mirassol D’Oeste, além de cidades do litoral sul de São Paulo.

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Outro investigado identificado como Hebert Felipe também foi preso durante a operação, na cidade de Santos (SP).

Histórico de prisões

Elielson já havia sido preso em 2025, durante uma investigação que resultou na apreensão de porções de skunk, variedade de cannabis de alto valor comercial.

Na ocasião, a Polícia Civil apontou uma possível ligação do cabeleireiro com um dos investigados na Operação Renegados 2.

Conforme as apurações policiais daquele período, Elielson mantinha contato com o suspeito e teria adquirido entorpecentes tanto para consumo próprio quanto para eventual revenda.

O primeiro registro de prisão ocorreu em dezembro de 2012, quando o profissional foi alvo de uma investigação da Polícia Federal envolvendo o envio de drogas pelos Correios.

Durante a ação, os agentes apreenderam 239 comprimidos de ecstasy encaminhados por Sedex à residência do cabeleireiro.

A Polícia Federal realizou monitoramento e montou uma operação que resultou na prisão de Elielson, de seu então namorado e de um primo.

Na época, o cabeleireiro permaneceu preso por aproximadamente sete meses, até conseguir liberdade por meio de habeas corpus, em julho de 2013.

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Movimentações financeiras suspeitas

Segundo a Polícia Civil, a Operação Fio identificou indícios de participação de diferentes pessoas em um suposto esquema de tráfico de drogas e lavagem de capitais.

Os investigadores também encontraram movimentações financeiras consideradas incompatíveis com a capacidade econômica declarada por alguns dos envolvidos.

A suspeita é de que pessoas físicas e empresas tenham sido utilizadas para movimentar e ocultar valores possivelmente provenientes de atividades criminosas.

Entre os investigados está um homem que teria deixado a região de Cuiabá após sofrer uma tentativa de homicídio em um hotel de Várzea Grande.

A Polícia Civil ainda apura as circunstâncias do atentado e se o episódio possui relação com os crimes investigados na Operação Fio.

As investigações continuam para esclarecer a participação individual dos suspeitos e identificar a origem dos recursos movimentados. As prisões preventivas e demais medidas cautelares não representam condenação definitiva dos investigados.

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