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Casal é preso em flagrante pela Polícia Civil após aplicar golpes na venda de imóveis

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A Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Rondonópolis (Derf) prendeu nesta quinta-feira (05.01), em flagrante, um casal suspeito de aplicar golpes de falsa venda e casas e terrenos na cidade.

A mulher, de 24 anos e o homem, de 32 anos, foram presos dentro de um cartório de notas de Rondonópolis, no centro da cidade, quando tentava aplicar o golpe em mais uma vítima.

Conforme a apuração da delegacia especializada, os golpistas anunciavam a venda de casas e terrenos, pelas redes sociais, utilizando documentos falsos para a consumação dos crimes. Para dar aparência de licitude eles produziam contratos e outros documentos e os registravam em cartório. Após as vítimas ocuparem os imóveis, descobriam que eram vítimas do golpe.

No dia 29 de dezembro, uma vítima teve um prejuízo de R$ 40 mil com os golpistas depois de adquirir uma casa com contratos e documentos falsos.

Nesta quinta-feira, mais duas pessoas seriam vítimas do golpe e já haviam repassado a quantia de R$ 2.000,00 reais para a mulher. No momento em que tentavam reconhecer firma dos documentos, a equipe de investigação da Derf fez a prisão em flagrante do casal.

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Com a mulher foram apreendidos um RG falso, contratos e outros documentos que seriam utilizados em novos crimes. Também foram apreendidas porções de maconha e de cocaína.

O casal foi autuado em flagrante pelos crimes de estelionato e uso de documento falso.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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