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Capitães da Polícia Militar concluem cursos de aperfeiçoamento e gestão de segurança pública

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Academia Costa Verde (APMCV), concluiu a formação de capitães no 13º Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO) e Curso de Aperfeiçoamento de Gestão de Segurança Pública (CGSP), na noite desta quinta-feira (28.04). A solenidade foi realizada no Teatro Zulmira Canavarros, em Cuiabá.

Ao todo, 57 capitães receberam seus diplomas de aperfeiçoamento, sendo a grande maioria da Polícia Militar de Mato Grosso, além de dois oficiais do Estado do Paraná e um do Estado da Paraíba.

A solenidade foi presidida pelo comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Correa Mendes, que fez um agradecimento especial aos professores que participaram da formação dos oficiais, destacando a importância do trabalho desempenhado pelos docentes.

O coronel Mendes ainda parabenizou todos os capitães que concluíram os cursos de aperfeiçoamento e afirmou que os conhecimentos adquiridos na formação possam ser repassados para toda a Polícia Militar.

O comandante da Academia de Polícia Militar Costa Verde (APMCV), tenente-coronel Anderson Luiz do Prado, destacou a importância da formação dos oficiais. “Aqui, vocês se tornam herdeiros da valorosa Academia Costa Verde, referência em ensino acadêmico técnico profissional. Esse não é o fim, mas sim o singelo meio de vossas carreiras, sempre construída com muito suor e abnegação”, concluiu o tenente-coronel.

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O evento contou com homenagens aos docentes do curso e ao alto comando da PMMT, além do descerramento da placa da turma. Ainda na solenidade, todos os alunos formandos subiram ao palco para receberem seus diplomas dos cursos.

Também participaram do evento a comandante-geral adjunta da PMMT, coronel Francyanne Siqueira Chaves; o subchefe do Estado Maior Geral da PMMT, coronel Wilker Soares Sodré; o comandante da Diretoria de Ensino, Instrução e Pesquisa (Deip), coronel Januário Batista; comandante do Comando Especializado da PM, coronel Paulo César da Silva; entre outras autoridades militares e civis.

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Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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