NACIONAL
Ministério do Turismo e IFSul lançam edital com 6 mil vagas para cursos de qualificação em turismo a distância
Promovendo a qualificação profissional e o fortalecimento do setor turístico em âmbito nacional, o Ministério do Turismo e a Rede e-Tec Brasil, em parceria com o Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense (IFSul), promove Cursos de Formação Inicial e Continuada a distância.
Serão disponibilizadas 6.000 vagas no total, em cursos para: Agente Cultural, Agente de Informações Turísticas, Agente de Recepção e Reservas em Meio de Hospedagem, Espanhol Básico, Espanhol Intermediário e Organizador de Eventos. Os interessados podem se inscrever em até 3 cursos e têm até às 23h59min do dia 22 de junho de 2025 para efetuar a inscrição.
Todos os cursos serão conduzidos na modalidade de Educação a Distância (EaD), por meio da Plataforma Mundi do IFSul, exigindo uma dedicação média estimada de até 15 horas semanais. Para realizar a inscrição, clique aqui.
Esta colaboração entre o MTur e o IFSul demonstra o esforço conjunto para o desenvolvimento contínuo do turismo brasileiro, capacitando mão de obra qualificada e promovendo a inclusão por meio da educação acessível e de qualidade, preparando cidadãos para atuarem em um dos setores que mais crescem e geram oportunidades no país.
OPORTUNIDADES – Os cursos abrangem diversas áreas do turismo, com cargas horárias e requisitos de escolaridade diversos, atendendo a diferentes perfis:
Agente Cultural: 220 horas (Pré-requisito: Ensino Fundamental II Incompleto)
Agente de Informações Turísticas: 200 horas (Pré-requisito: Ensino Fundamental II Completo)
Agente de Recepção e Reservas em Meio de Hospedagem: 160 horas (Pré-requisito: Ensino Fundamental II Completo)
Espanhol Básico: 160 horas (Pré-requisito: Ensino Fundamental I Completo)
Espanhol Intermediário: 160 horas (Pré-requisito: Ensino Fundamental I Completo)
Organizador de Eventos: 200 horas (Pré-requisito: Ensino Médio Completo)
INSCRIÇÕES E CRONOGRAMA – Os interessados devem ficar atentos ao cronograma:
Período de Inscrição: De 16 de maio a 22 de junho de 2025.
Como se Inscrever: As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas exclusivamente pelo site: http://ead.ifsul.edu.br/mtur.
Limite por candidato: Cada candidato poderá se inscrever em, no máximo, 3 cursos.
Seleção: A seleção será realizada por ordem de inscrição.
Divulgação da Homologação: A lista de inscrições homologadas será divulgada a partir de 30 de junho de 2025.
Previsão de início das aulas: 03 de julho de 2025.
Mas atenção: Os candidatos residentes no Rio Grande do Sul deverão indicar o Polo/Município mais próximo de sua localidade no ato da inscrição, enquanto candidatos de outros estados devem selecionar a opção “Outros”.
DOCUMENTAÇÃO E INFORMAÇÕES ADICIONAIS – Para efetivar a matrícula, os candidatos deverão enviar a documentação necessária no momento da inscrição. Os documentos incluem cópias do RG, CPF e comprovante de escolaridade, variando conforme o curso escolhido. É fundamental que o nome do candidato seja informado de forma completa e que não seja utilizado o mesmo e-mail para cadastrar mais de uma pessoa, sob pena de perda do direito à vaga.
É importante ressaltar que os cursos não preveem auxílio transporte, estadia ou alimentação.
Por Victor Mayrink
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
Alunos nota mil inspiram preparação para a redação do Enem 2026
De Fortaleza (CE), Carlos Eduardo Gomes transformou a conquista da nota mil na redação do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) em oportunidade e orientação a outros estudantes. De Virginópolis (MG), Samille Leão reservava tempo para responder simulados e reproduzir, em casa, as condições do dia da prova. De Jaguaribe (CE), Elivandro Rodrigues, professor, participa do exame anualmente para compreender melhor os desafios enfrentados por seus alunos. Três trajetórias que podem inspirar quem se prepara para o Enem 2026.
Esses caminhos se encontram na nova edição da cartilha “A Redação do Enem 2026 – Cartilha do Participante”, recém-divulgada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), vinculado ao Ministério da Educação (MEC). O material explica os critérios de avaliação e apresenta redações de participantes da edição anterior, acompanhadas de comentários pedagógicos.
Para Carlos Eduardo, o apoio da família foi decisivo na trajetória até a universidade e na realização do sonho de cursar medicina. “Sempre acreditaram muito em meu potencial de conseguir chegar em uma universidade, de cursar medicina, que sempre foi meu sonho”, conta, ao falar dos avós e das tias.
A conquista também ampliou o alcance de um projeto de mentoria de redação que Carlos já desenvolvia. Assim, ele passou a atuar na preparação de quase uma centena de estudantes a partir de seu próprio projeto e a integrar uma iniciativa da Secretaria de Educação voltada a alunos do oitavo e do nono ano. “Antes, eu buscava me inspirar em outras histórias, outras trajetórias. E saber que hoje eu sou uma dessas inspirações é uma grande realização para mim”, afirma.
Na preparação de Samille, estudante de medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), os simulados tinham lugar na rotina, inclusive durante feriados e encontros de família. “Eu simulava como se fosse o dia do Enem”, lembra. Para manter a concentração, ela pedia que ninguém entrasse em seu quarto enquanto fazia a prova.
Ao recordar o caminho até a nota máxima, Samille destaca a dedicação e a importância das relações pessoais durante os estudos. “O que eu gostaria que as pessoas lembrassem. quando elas conhecessem minha história. é que é possível, sim, realizar nossos sonhos com dedicação e paciência”, diz.
Multimídia
Elivandro Rodrigues encontrou no próprio exame uma forma de aprimorar o trabalho em sala de aula. A inspiração veio de uma professora de física que fazia o Enem todos os anos para orientar melhor os estudantes. “Meu propósito não é simplesmente tirar nota mil. Eu quero ajudar meus alunos”, explica. Para ele, analisar os próprios erros também ajuda a identificar dificuldades e a preparar os alunos para a prova.
A nota máxima trouxe reconhecimento ao professor e abriu caminho para a criação de um espaço presencial de ensino em sua cidade. “Isso me abriu uma porta aqui na cidade para ter um local presencial, ter um reforço, ter um curso de redação”, relata.
Multimídia
As experiências dos três mostram como a prática, o apoio de outras pessoas e a reflexão sobre a aprendizagem podem fazer parte da preparação para a escrita.
Cartilha – A relação entre conhecimento e argumentação recebe atenção especial na nova cartilha do MEC. O documento alerta para o uso do chamado “repertório de bolso”, ou seja, referências memorizadas e empregadas de forma genérica, sem conexão efetiva com a discussão. De acordo com a cartilha, inserir uma citação de maneira automática ou forçada pode prejudicar a compreensão da proposta e a aplicação de conhecimentos ao tema.
A orientação da cartilha é selecionar referências pertinentes e explicar como elas contribuem para o argumento. Livros, filmes, acontecimentos históricos e outros conhecimentos construídos ao longo da formação podem ser utilizados, desde que façam sentido no texto.
Além disso, também há a recomendação de leitura cuidadosa da proposta e dos textos motivadores antes de definir o posicionamento que será defendido.
Para ajudar os participantes a compreender essas exigências, o material detalha as cinco competências avaliadas: domínio da escrita formal da língua portuguesa; compreensão do tema e da estrutura dissertativo-argumentativa; organização de informações e argumentos; uso dos recursos linguísticos que conectam as ideias; e elaboração de uma proposta de intervenção que respeite os direitos humanos. Cada competência pode receber até 200 pontos.
Na cartilha, há uma seleção com redações de estudantes das cinco regiões do país que obtiveram boas notas no Enem 2025. Os comentários apontam como cada participante desenvolveu o tema, articulou o repertório e apresentou sua proposta de intervenção, oferecendo referências para a revisão e o aprimoramento da própria escrita.
Também foram disponibilizadas versões com orientações específicas para participantes com dislexia, com Transtorno do Espectro Autista (TEA) e para participantes surdos ou com deficiência auditiva.
Assessoria de Comunicação Social do MEC
Fonte: Ministério da Educação
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