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COP 30 marca nova fase do Aeroporto Internacional de Belém

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Belém, capital do Pará, está em contagem regressiva para sediar a COP 30, a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima. A cidade é uma das principais portas de entrada da Amazônia Legal brasileira e passa por uma série de intervenções de infraestrutura para receber pelo menos 50 mil participantes de todo o mundo. São bilhões de reais em investimentos, incluindo a modernização e ampliação do Aeroporto Internacional de Belém.

As obras no aeródromo estão a todo vapor para serem entregues em agosto. São R$ 470 milhões para garantir a estrutura adequada para receber um fluxo diário de passageiros quase quatro vezes maior do que o usual, durante o evento da ONU. “Os investimentos vão garantir a melhor recepção aos participantes da COP e representam um legado que atravessará gerações”, destaca o ministro de Portos e Aeroportos, Silvio Costa Filho.

O Aeroporto de Belém já é o mais movimentado da região Norte. Com a visibilidade proporcionada pela COP, e os investimentos do Governo Federal para fomentar o turismo, Belém deve ser um destino cada vez mais procurado por turistas, tanto brasileiros como estrangeiros. No primeiro trimestre do ano, cerca de 946 mil passageiros embarcaram e desembarcaram na capital paraense – 14 mil a mais do que no primeiro trimestre de 2024.

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Mais espaço e conforto

O Aeroporto de Belém está sob responsabilidade da concessionária Norte da Amazônia Airports (NOA). As obras de requalificação devem elevar o aeroporto a níveis internacionais de qualidade no atendimento, conforto e segurança.

As áreas de embarque passarão de 1,5 mil m² para 4,3 mil m² – quase o triplo do tamanho. O saguão principal ganhará dois novos mezaninos e o primeiro pavimento passará a ter 3,3 mil m², com uma nova praça de alimentação e modernização dos sistemas de climatização, iluminação e abastecimento elétrico com fontes 100% renováveis.

Um novo pátio está em construção para aumentar o número de posições de estacionamento de aeronaves. Já as cabeceiras 20 e 24 contarão com o PAPI (do inglês, Precision Approach Path Indicator), sistema de luzes que auxilia pilotos na aproximação da aeronave da pista de pouso.

A obra também envolve a restauração dos pavimentos do pátio, de taxiways, da sinalização horizontal e da pista de pouso e decolagem, a modernização e a automação do balizamento noturno.

Tudo para garantir que o aeroporto de Belém, a única cidade brasileira entre os dez melhores destinos gastronômicos do mundo, segundo a revista internacional Lonely Planet, referência global em guias de viagem, tenha mais capacidade para receber visitantes do Brasil e do exterior.

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Assessoria Especial de Comunicação Social
Ministério de Portos e Aeroportos

Fonte: Portos e Aeroportos

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Operação da Força-Tarefa Previdenciária em Alagoas evita prejuízo de R$ 8,2 milhões aos cofres públicos

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A Força-Tarefa Previdenciária no Estado de Alagoas deflagrou, na manhã desta quarta-feira (09), a terceira fase da Operação Geração Espontânea nos municípios de União dos Palmares, Pilar, Coruripe, Marechal Deodoro e Maceió. Nessa etapa, foram cumpridos 18 mandados de busca e apreensão, todos expedidos pela 7ª Vara da Justiça Federal em Alagoas.

As investigações indicam a atuação de uma organização criminosa complexa, estruturada, permanente e especializada em fraudes contra o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). O esquema envolvia servidores municipais, estaduais e federais. Além do envolvimento direto de um servidor e de um ex-servidor do INSS. Também foi constatada a participação de funcionários de cartórios, que repassavam informações privilegiadas extraídas de sistemas da Segurança Pública.

De posse dessas informações, a fraude avançava para um núcleo especializado na falsificação de documentos, responsável pela produção de certidões de nascimento e de óbito, documentos de identidade, atestados médicos e comprovantes de residência fraudulentos, posteriormente utilizados para instruir e protocolar requerimentos administrativos perante o INSS.

Quando não obtinham êxito na via administrativa, advogados eram acionados para pleitear judicialmente benefícios ou valores retroativos, e terceiros eram aliciados para representar crianças inexistentes ou com filiação fraudulenta, a fim de enquadrá-las como dependentes de segurados falecidos sem beneficiários habilitados.

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A ação foi conduzida pela Polícia Federal e contou com a participação da Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social (CGINP) do Ministério da Previdência Social (MPS).

Até o momento, foram identificados 201 benefícios com indícios de irregularidade, dos quais 153 são pensões por morte. Durante as investigações, 131 benefícios foram suspensos ou cessados como medida para estancar o prejuízo ao erário, e todos os casos suspeitos serão encaminhados para revisão pelo INSS.

De acordo com a CGINP, o prejuízo estimado aos cofres públicos supera R$ 24 milhões. Durante as investigações, foram evitados pagamentos de cerca de R$ 8,2 milhões. Com a revisão dos benefícios ainda ativos, a eventual suspensão poderá gerar economia adicional superior a R$ 11 milhões, correspondente à interrupção de pagamentos futuros indevidos.

A Operação Geração Espontânea foi deflagrada inicialmente em junho de 2024, ocasião em que foram cumpridos mandados de busca e apreensão. A segunda fase, realizada em novembro de 2024, aprofundou as diligências e ampliou o alcance das investigações. Somadas, as três etapas resultaram no cumprimento de 46 mandados de busca e apreensão, evidenciando a dimensão e a complexidade do esquema criminoso.

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Há 26 anos, a Força-Tarefa Previdenciária é integrada pelo Ministério da Previdência Social e pela Polícia Federal, que atuam em conjunto no combate a crimes estruturados contra o sistema previdenciário. No Ministério da Previdência Social, cabe à Coordenação-Geral de Inteligência da Previdência Social detectar e analisar os indícios de crimes e fraudes organizadas.

Fonte: Ministério da Previdência Social

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