TURÍSTICOS
Jadilson, Presidente do Consórcio Nascentes do Pantanal e Prefeito de Curvelândia, Comenta Sobre Conquistas e Reeleição
Formado por 14 municípios da região oeste de Mato Grosso — Araputanga, Cáceres, Curvelândia, Figueirópolis D’Oeste, Glória D’Oeste, Indiavaí, Jauru, Lambari D’Oeste, Mirassol D’Oeste, Porto Esperidião, Reserva do Cabaçal, Rio Branco, Salto do C éu e São José dos Quatro Marcos — o consórcio tem desempenhado um papel fundamental no desenvolvimento integrado da região.
Crescimento do Consórcio
Jadilson destacou o progresso significativo alcançado nos últimos dois anos. “No início, nossa prioridade foi recuperar maquinários e caminhões, essenciais para atender os municípios. Trabalhamos para articular recursos junto ao governador Mauro Mendes, além de contar com o apoio de deputados e senadores”, explicou.
Ele ressaltou ainda que o consórcio cresceu muito nesse período, graças ao esforço conjunto dos gestores municipais. “Todos os prefeitos têm colaborado de forma efetiva, o que nos permitiu conquistar muitas coisas importantes para a região”, afirmou.
Potencial Turístico e Projetos
Durante a entrevista, Jadilson chamou atenção para o imenso potencial turístico da região. “Somos privilegiados por ter cerca de 50 lindas cachoeiras, além de uma natureza exuberante que atrai turistas e pode ser melhor explorada. Precisamos investir ainda mais no turismo como fonte de desenvolvimento sustentável”, comentou.
Caso seja reeleito como presidente do consórcio, Jadilson pretende ampliar os projetos existentes e buscar novos recursos para fortalecer a infraestrutura e o turismo na região.
O Apoio da Gestão Conjunta
Segundo ele, o sucesso do consórcio deve-se, em grande parte, à união e ao comprometimento dos gestores dos 14 municípios participantes. “Essa colaboração é o que nos torna mais fortes. Juntos, conseguimos superar desafios e buscar melhorias que beneficiem toda a nossa população”, finalizou.
Confira a entrevista completa e conheça os planos futuros de Jadilson Alves de Souza para o Consórcio Nascentes do Pantanal.

Fonte: Política
MATO GROSSO
Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas
Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.
No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.
Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.
Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Segue integra da nota:
NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS
Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.
A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.
Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.
As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.
Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.
Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT
Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT
Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT
Fonte: TCE
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