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Governador cita investimentos do Estado na Agricultura Familiar: “Temos um dos maiores programas do país”

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Durante evento com o presidente Lula, neste sábado (24.5), o governador Mauro Mendes citou o grande volume de investimentos feito pelo Governo de Mato Grosso na Agricultura Familiar.

Mauro participou do lançamento do Programa Solo Vivo, do Governo Federal, em Campo Verde.

“Nos últimos anos, nós investimos pesadamente na Agricultura Familiar desse Estado. Assentamentos rurais receberam asfalto. Na semana passada, nós viemos aqui em um assentamento bem próximo e liberamos 30 quilômetros de asfalto para atender uma comunidade. Esse asfalto até Santo Antônio da Fartura foi feito em uma parceria do Governo de Mato Grosso com a prefeitura de Campo Verde. Um dos maiores assentamentos da América Latina, Antônio Conselheiro, também recebeu asfalto com recursos do Governo do estado de Mato Grosso”, relatou.

Mauro lembrou que os investimentos realizados nos últimos anos são sete vezes maiores do que nas últimas gestões.

De 2011 a 2018, o Estado investiu apenas R$ 62 milhões nesta área. Porém, de 2019 até 2024, mais de R$ 441 milhões já foram aplicados pelo Governo de Mato Grosso na Agricultura Familiar.

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“Até os meus 19 anos eu trabalhei na roça. Por isso eu tenho muito orgulho de ver o exemplo de produtividade que muitos assentamentos e famílias produtores têm dado. E pela primeira vez na história, nós estamos pegando um financiamento do Banco Mundial para colocar quase R$ 500 milhões exclusivamente na Agricultura Familiar no estado. Com isso, o Governo do Estado de Mato Grosso vai ter, humildemente, um dos maiores programas desse país para agricultura familiar”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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