MATO GROSSO
Empreendedores do segmento criativo de MT participam de feira de negócios em SP
Empreendedores do segmento criativo de Mato Grosso farão parte da feira de negócios Expo Favela, que ocorre de 15 a 17 de abril, no World Trade Center em São Paulo (SP). Apoiado pela Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o grupo participa de exposições, palestras, rodadas de negócios e intervenções culturais no evento que visa unir a favela e o asfalto em um só lugar.
Em sua primeira edição, a Expo Favela visa gerar oportunidades de negócios entre investidores e empreendedores de comunidades. A participação do grupo mato-grossense foi organizada por meio de parceria entre a Secel e a Central Única das Favelas de Mato Grosso (Cufa-MT).
A programação inclui conferências com um time grandioso de palestrantes, dentre os quais Emicida, Luiza Trajano, Renê Silva, Tamires Sampaio, Dexter, Luciano Huck, Regina Casé, Preto Zezé, KondZilla, e muitos outros. Dividida por trilhas, a agenda aborda temas nas áreas de educação, saúde, sustentabilidade, cultura, economia criativa, diversidade, mobilidade, gastronomia, comunicação, redes, moda, beleza e finanças.
Para a exposição da feira de negócios foram selecionadas duas iniciativas mato-grossenses: Criações Boloriê Umutina, de Barra do Bugres, e a Rádio Conexão Cultura Jovem, de Lucas do Rio Verde. Ambas participam do MOVE_MT, que é uma jornada de aceleração da economia criativa promovida pela Secel e Labora – Laboratório de Inovação Social do Oi Futuro.
Integram ainda a comitiva de Mato Grosso na Expo Favela, representantes das CUFAs de Alta Floresta, Sorriso, Peixoto de Azevedo e Várzea Grande, do Centro Cultura Casa das Pretas, do MTQueer e responsáveis por outras iniciativas da economia criativa no Estado.
MATO GROSSO
Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas
Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.
No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.
Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.
Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Segue integra da nota:
NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS
Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.
A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.
Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.
As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.
Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.
Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT
Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT
Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT
Fonte: TCE
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