MATO GROSSO
Com apoio da Secel, Festival Digoreste homenageia rasqueado com shows de artistas regionais
A programação conta com shows de músicos convidados como Roberto Lucialdo, Pescuma, Henrique, Claudinho e maestro Fabrício Carvalho. O público ainda poderá conferir a performance de 30 cantores inscritos para concorrer aos prêmios do festival.
O festival será realizado nos dias 22, 23 e 24 de setembro, na Comunidade São Gonçalo Beira Rio, Pedra 90 e CPA II, respectivamente.
Além dos artistas convidados, a programação conta com concurso musical. Ao todo, 30 músicos inscritos irão se apresentar para o público e, depois, seis deles serão selecionados por um júri, composto por artistas convidados, como finalistas para concorrerem a prêmios de R$ 10 mil e videoclipe (1° lugar), R$ 5mil e videoclipe (2° lugar) e R$ 2mil (3°lugar).
Entre os artistas que participam do júri estão Roberto Lucialdo, Pescuma, Guapo, maestro Fabrício Carvalho, Sônia Mazetto, Juliano Cesar Alcântara, Rodrigo Mangalarga e Luiz Marchetti.
Programação
Na sexta-feira (22.09), a programação ocorre no Quintal da Domingas, na Comunidade São Gonçalo Beira Rio, a partir das 18h. Haverá apresentação de 15 artistas inscritos no Festival e encerramento da noite com show da banda Mundaréu.
No sábado (23.09), ocorre mais uma seletiva, a partir das 18h, na praça cultural do bairro Pedra 90. O público poderá assistir à apresentação dos outros 15 músicos, com encerramento ao ritmo de Roberto Lucialdo e Sônia Mazetto.
A última seletiva, no domingo (24.09), será a partir das 18h, na praça cultural do bairro CPA II, com apresentação dos seis artistas finalistas definidos pelo júri. No dia, serão escolhidos os três vencedores. Ao fim, os espectadores contam com show de Pescuma, Henrique e Claudinho e maestro Fabrício Carvalho.
O Festival Digoreste Rasqueado o Ritmo de Cuiabá é realizado pelo Instituto Brasil, com patrocínio da Secel-MT e parceria com a Assembleia Legislativa de Mato Grosso.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas
Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.
No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.
Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.
Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Segue integra da nota:
NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS
Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.
A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.
Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.
As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.
Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.
Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.
Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT
Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT
Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT
Fonte: TCE
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