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Adolescentes do Socioeducativo encerram oficina de palhaçaria com apresentação no Complexo Pomeri

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Cerca de 10 adolescentes internos do Centro de Atendimento Socioeducativo Feminino e Masculino, no Complexo Pomeri, em Cuiabá, finalizaram uma oficina de palhaçaria com um pequeno espetáculo apresentado aos colegas nesta sexta-feira (10.11).

Durante toda semana, os adolescentes trabalharam técnicas para atuação e imersão na arte circense, sob coordenação do Circo Digoreste, do grupo Voluntários da Alegria.

Com muito humor, as apresentações contaram histórias voltadas ao crescimento pessoal, valores humanos, propósito do Natal, entre outras.

A secretária-adjunta de Justiça, Lenice Silva, destaca a importância da vivência artística para os adolescentes e do trabalho voluntário realizado pelo grupo.

“Foram realizadas oficinas de palhaçaria durante a semana, e eles finalizaram com uma apresentação. Eles nunca tiveram essa vivência, nem fora do Sistema Socioeducativo. Para nós é a primeira experiência desta natureza. As oficinas trouxeram momentos de reflexão para os jovens que refletem em todo Sistema Socioeducativo”, afirma.

Segundo a presidente da ONG Autoestima, do grupo Voluntários da Alegria, Cícera Pinheiro, além de explorarem as expressões artísticas, os adolescentes puderam aprender um pouco sobre como a palhaçaria pode se tornar uma profissão.

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“Plantamos uma semente que pode crescer e influenciar a vida profissional dos adolescentes. Eles podem sair da internação com uma profissão. Palhaço é um artista e leva a alegria para muita gente, inclusive para a casa dele”, enfatiza.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Conselheiros do TCE-MT publicam nota de solidariedade a Waldir Júlio Teis após exoneração da Escola Superior de Contas

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Os conselheiros Antonio Joaquim, Guilherme Maluf e Alisson Carvalho, do Tribunal de Contas de Mato Grosso (TCE-MT), divulgaram nota pública de solidariedade ao conselheiro Waldir Júlio Teis, exonerado na segunda-feira (21) da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do órgão. A decisão foi tomada pelo presidente da Corte, conselheiro Sérgio Ricardo.

No documento, os signatários afirmam que a medida causa “grave preocupação institucional” pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros do Tribunal. Eles defendem que, em uma Corte de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro.

Segundo a nota, nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições. Os conselheiros ressaltam ainda que as prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos.

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Os autores do manifesto consideram que medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger a Corte. Por essa razão, manifestam firme discordância com a decisão e defendem sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Segue integra da nota:

NOTA DE SOLIDARIEDADE AO CONSELHEIRO WALDIR JÚLIO TEIS

Os conselheiros abaixo assinados vêm a público manifestar sua solidariedade ao Conselheiro Waldir Júlio Teis, diante de sua exoneração da função de Supervisor da Escola Superior de Contas do Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso, por ato da Presidência do TCE-MT.

A medida causa grave preocupação institucional pelas circunstâncias em que foi adotada e pela mensagem que projeta sobre a independência funcional dos membros desta Corte.

Em um Tribunal de natureza colegiada, a divergência de entendimentos é legítima, necessária e inerente ao exercício da função de conselheiro. Nenhum membro pode se sentir constrangido, limitado ou sujeito a consequências administrativas em razão de posições regularmente manifestadas no desempenho de suas atribuições.

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As prerrogativas da Presidência devem ser exercidas com absoluto respeito à autonomia dos conselheiros, à colegialidade e à pluralidade de entendimentos. Medidas administrativas que, por suas circunstâncias, possam ser percebidas como resposta a manifestações funcionais são incompatíveis com o ambiente de independência e equilíbrio que deve reger esta Corte.

Por essa razão, manifestamos nossa firme discordância com a decisão adotada e defendemos sua reconsideração, em respeito à independência dos membros do Tribunal, à harmonia institucional e à autoridade do colegiado.

Cuiabá-MT, 22 de setembro de 2026.

Antonio Joaquim
Conselheiro – TCE/MT

Guilherme Maluf
Conselheiro – TCE/MT

Alisson Alencar
Conselheiro – TCE/MT

Fonte: TCE

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