SEM RETROCESSO
Coronel Fernanda rebate Cattani e defende manutenção da Lei do Feminicídio
Deputada federal critica declarações do colega de partido, defende a legislação de proteção às mulheres e cobra mais rapidez da Justiça na punição de autores de crimes.
A deputada federal Coronel Fernanda (PL-MT) rebateu as declarações do deputado estadual Gilberto Cattani (PL) sobre a Lei do Feminicídio e afirmou que não aceitará retrocessos nos direitos das mulheres. A parlamentar, que também é advogada, defendeu a manutenção da legislação e cobrou medidas mais efetivas para garantir a proteção das vítimas e a responsabilização dos agressores.
“Não concordo com o que o Cattani falou sobre feminicídio. Ele não deve conhecer a lei, não deve saber o porquê disso. Ele não é jurista”, declarou Fernanda. Na sequência, ela reforçou que considera essencial preservar os mecanismos legais de combate à violência contra as mulheres.
A manifestação ocorreu após Cattani endossar declarações da deputada federal eleita por São Paulo Eduarda Campopiano (PL), que questionou a existência do feminicídio como classificação penal específica. Ao defender seu posicionamento, o deputado estadual citou o assassinato da própria filha, Raquel Cattani, ocorrido em julho de 2024, em Nova Mutum.
Em resposta, Coronel Fernanda afirmou que a legislação deve ser mantida e defendeu a mobilização de mulheres para impedir mudanças que, em sua avaliação, representem perda de direitos. “Todas nós precisamos lutar juntas para continuar defendendo a Lei do Feminicídio”, afirmou.
A deputada também reconheceu que a existência da lei não garante, por si só, a proteção necessária. Ela criticou a demora nos processos judiciais e cobrou do governo federal ações mais efetivas para assegurar a aplicação das medidas previstas e a responsabilização dos autores de feminicídio.
“Apesar de a lei existir, ainda há poucas ações do governo federal para colocar essa lei em prática, para condenar com mais celeridade os homens que cometem o feminicídio, para que esses homens tenham penas mais severas, realmente executadas”, declarou.
Fernanda afirmou ainda que continuará atuando no Congresso Nacional para impedir retrocessos na proteção dos direitos das mulheres. “Enquanto eu estiver na Câmara Federal, não permito, não vou deixar e vou lutar 24 horas para que nenhuma conquista de nenhuma mulher retroceda”, disse.
A parlamentar também informou que participou, em Brasília, de uma reunião da bancada feminina do PL para discutir pautas relacionadas às mulheres e organizar uma caravana de apoio à candidatura de Flávio Bolsonaro à Presidência da República. “Nós não podemos deixar que as mulheres percam seu espaço”, concluiu.
Com informações FolhaMax
POLÍTICA MT
Faissal parte para o enfrentamento contra cobrança retroativa da Energisa em condomínios
Deputado anuncia medidas na Justiça e articulação política para impedir que moradores sejam penalizados
O deputado estadual Faissal Calil (PL) decidiu partir para o enfrentamento contra uma possível cobrança retroativa da Energisa aos moradores de condomínios fechados de Cuiabá. Durante pronunciamento nesta quarta-feira (7), na Assembleia Legislativa de Mato Grosso, o parlamentar anunciou que vai estudar a adoção de medidas judiciais para impedir que a cobrança seja transferida aos moradores.
Faissal afirmou que poderá ingressar com uma ação coletiva na Justiça caso a concessionária avance com a cobrança. Para o deputado, os moradores não podem ser surpreendidos com uma conta retroativa decorrente de uma mudança na forma de custeio da iluminação das áreas privadas.
“Se for necessário, vamos para a Justiça. Não podemos permitir que o morador seja penalizado e tenha que arcar com uma cobrança retroativa. Vamos tomar todas as medidas necessárias para defender essas famílias”, afirmou Faissal.
O parlamentar também pretende ampliar a articulação política sobre o tema. Ele deverá conversar com a presidente da Câmara Municipal de Cuiabá, vereadora Paula Calil (PL), sobre a possibilidade de criação de uma legislação que estabeleça critérios para a cobrança e permita um valor inferior ao praticado na cobrança convencional.
A reação de Faissal ocorre após a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Limpurb, determinar a retirada dos pontos de iluminação localizados em áreas privadas da base de faturamento custeada pelo município. O entendimento do Executivo é de que recursos públicos não devem ser utilizados para bancar despesas de propriedades particulares.
Diante da mudança, Faissal defende que os moradores não sejam colocados no centro da discussão e acabem arcando com valores elevados ou cobranças acumuladas. O deputado afirma que pretende atuar tanto no campo jurídico quanto no político para buscar uma solução que reduza o impacto financeiro sobre os consumidores.
Com a possibilidade de judicialização e a articulação de uma proposta na Câmara de Cuiabá, Faissal sinaliza que pretende acompanhar o caso de perto e utilizar os instrumentos disponíveis para contestar uma eventual cobrança retroativa da concessionária.
-
POLÍTICA MT6 dias atrásPesquisa Veritá aponta Flávio com 61,1% e Lula com 28,1% em Mato Grosso
-
MATO GROSSO7 dias atrásPrefeitura prepara festa de R$ 2,3 milhões para comemorar 39 anos de Campo Novo do Parecis
-
POLÍTICA MT5 dias atrásCabo eleitoral é preso em Sinop com R$ 1,8 mil e santinhos de Sheila Pedroso, Juarez Costa e Wellington Fagundes durante suspeita de compra de votos
-
ESPORTES6 dias atrásBrasil vence a Índia por 4 a 0, mas atuação segue abaixo do esperado
-
POLÍTICA MT7 dias atrásMauro amplia liderança e chega a 50% das intenções de voto ao Senado
-
POLÍTICA MT6 dias atrásMauro atinge 60% na soma do 1º e 2º votos ao Senado, aponta instituto
-
POLÍTICA MT7 dias atrásPivetta e Flávia Moretti convidam para Caminhada da Vitória em Várzea Grande
-
POLÍTICA MT7 dias atrásBOLSONARISMO: Pressionado para desistir, Galvan reage e diz que Medeiros é quem deveria renunciar à candidatura ao Senado
