NACIONAL
Ministério do Turismo promove Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB)
O Ministério do Turismo (MTur), em parceria com a ONU Turismo, promove nesta quarta (3) e quinta-feira (4) o Fórum Internacional de Mulheres no Turismo, em João Pessoa (PB).
Durante dois dias, o evento reunirá especialistas, empresárias, pesquisadoras, representantes de organismos internacionais, gestoras públicas e lideranças do setor para debater temas estratégicos para o turismo brasileiro.
A programação contará com painéis dedicados a temas como segurança das viajantes, fortalecimento da presença feminina em espaços de decisão, empreendedorismo, diversidade e inclusão, direitos da mulher e a preparação dos destinos brasileiros para receber turistas durante a Copa do Mundo de Futebol Feminino.
O encontro também marcará o lançamento das versões, em inglês e espanhol, do Guia para Mulheres que Viajam Sozinhas, desenvolvido pelo MTur, em parceria com a UNESCO.
Na quinta-feira (4), o evento trará a terceira edição do Brasil Mais Crédito para o Turismo, com atendimento especializado, orientações sobre acesso a crédito, regularização no Cadastur (sistema oficial de cadastro do MTur para empresas que atuam no setor turístico) e rodadas de negócios com agentes financeiros credenciados ao Novo Fungetur (polícia pública ministério, destinada a financiar e impulsionar empreendedores do setor).
As painelistas, palestrantes e representantes do Ministério do Turismo, que participam do evento, estarão disponíveis para entrevistas ao longo da programação.
Serviço
Fórum Internacional de Mulheres no Turismo
- Data: 3 e 4 de junho de 2026
- Horário: Cerimônia de abertura no dia 3, às 9h30
- Local: Teatro Pedra do Reino | Centro de Convenções Poeta Ronaldo Cunha Lima, Rodovia PB-008, Km 5, Polo Turístico Cabo Branco, João Pessoa (PB)
- Credenciamento de imprensa: Clique aqui.
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
Indicadores de equidade racial avançam nas redes municipais de ensino
O Diagnóstico Equidade 2026, elaborado pelo Ministério da Educação (MEC), por meio da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização de Jovens e Adultos, Diversidade e Inclusão (Secadi), apresenta aumento nos indicadores relacionados à implementação de políticas de educação para as relações étnico-raciais (Erer) nas redes municipais de ensino.
Entre os indicadores analisados, a institucionalização apresentou um aumento de 17,1 pontos. O índice passou de 38,7 pontos, em 2024, para 55,8, em 2026. No Brasil, a média geral dos indicadores relacionados à implementação passou de 26,6, em 2024, para 34,7, em 2026, um crescimento de 8,1 pontos. O resultado indica que mais redes municipais estão estruturando políticas, ações e mecanismos para enfrentar desigualdades raciais e promover a diversidade.
O índice geral é a média que considera a institucionalização de diferentes aspectos da implementação das políticas de Erer, como gestão, formação, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento, mapeados pelo Diagnóstico Equidade. O resultado está ligado ao primeiro biênio de execução da Política Nacional de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola (Pneerq), em regime de colaboração interfederativa.
As políticas de equidade racial na educação têm o objetivo de enfrentar as desigualdades raciais e contribuir para a redução do hiato de aprendizagem entre estudantes negros e brancos. Para isso, promovem ações que valorizam a diversidade, combatem o racismo e garantem condições mais equitativas para que todos os estudantes tenham acesso, permanência e aprendizagem com qualidade.
Confira os dados comparativos gerais da Erer de 2024 no Brasil, em comparação a 2026, divulgados no Diagnóstico Equidade 2026:
|
Secretarias municipais |
2024 |
2026 |
|
Índices |
Brasil |
Brasil |
|
Geral |
26,6 |
34,7 |
|
Institucionalização |
38,7 |
55,8 |
|
Formação |
20,4 |
28,7 |
|
Gestão |
26,0 |
27,0 |
|
Material Didático |
31,1 |
34,2 |
|
Financiamento |
20,6 |
39,9 |
|
Avaliação e Monitoramento |
45,0 |
60,2 |
Metodologia – O levantamento contou com 44 perguntas dirigidas às secretarias de educação de estados, municípios e do Distrito Federal. Foram realizadas 32 questões sobre Erer e 12 sobre educação escolar quilombola (EEQ).
Para acompanhar os resultados, as informações foram organizadas em indicadores que avaliaram áreas como gestão, formação de profissionais, materiais didáticos, financiamento, avaliação e monitoramento. Os índices recebem notas de 0 a 100.
As respostas foram declaradas pelos responsáveis pelas secretarias de educação ou, no caso dos municípios, pela prefeitura, o que contribui para a confiabilidade das informações. O questionário e os indicadores foram construídos com a participação de especialistas, pesquisadores e profissionais com experiência em políticas de equidade racial e combate ao racismo.
Resultados do Diagnóstico de Equidade 2026
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da Secadi
Fonte: Ministério da Educação
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