NACIONAL
Chegou agosto, mês do Salão Nacional do Turismo
O setor turístico brasileiro inicia agosto com grandes expectativas por mais um Salão do Turismo, o maior evento do setor, realizado pelo Ministério do Turismo. A próxima edição, que se aproxima, será realizada entre os dias 21 e 23 deste mês, no Distrito Anhembi, em São Paulo, e irá oferecer ao público diversas experiências imersivas, gastronomia típica de todas as regiões do país, debates com gestores públicos e privados, ofertas e promoções para viagens. A entrada é gratuita.
“Agosto chegou e as nossas expectativas são as melhores possíveis para este Salão do Turismo. Tenho certeza de que o público ficará extremamente satisfeito com tudo que estamos preparando para o evento. Quem quiser programar a próxima viagem, poderá fazer no Feirão, quem quiser fazer negócios, poderá realizar também dentro do evento, quem quiser experimentar comidas típicas e conhecer outras culturas brasileiras, poderá fazer no Salão”, destaca o ministro do Turismo, Celso Sabino.
Começando pelas oportunidades, um dos grandes destaques do Salão será o Feirão do Turismo “Conheça o Brasil”, que trará para o público uma chance perfeita para planejar e comprar sua próxima viagem com ofertas e descontos especiais em pacotes, passagens e hospedagens. Após os dias de evento presencial, o feirão continuará de forma online, com abrangência nacional, até o dia 27 de agosto.
Ao todo, 54 empresas estarão com estandes montados dentro do evento, oferecendo descontos aos visitantes. Além disso, até o dia 27 de agosto, mais de 100 empresas irão ofertar condições especiais aos consumidores no formato virtual.
O Salão também será palco para debates sobre as atividades do setor turístico. O 2º Seminário Nacional de Regionalização do Turismo reunirá gestores públicos e privados para discutir políticas, os avanços do Mapa do Turismo Brasileiro e para apresentar cases de sucesso, aprimorar a comunicação e fortalecer a implementação da política de regionalização em todo o país.
Além disso, o Espaço de Sustentabilidade dará destaque a iniciativas que mostram como é possível aliar desenvolvimento e preservação, enquanto a Experiência Hostel irá recriar o ambiente colaborativo deste tipo de hospedagem, mostrando suas vantagens aos viajantes.
Os sabores regionais do Brasil também estarão disponíveis para quem quiser aproveitar. No total, 69 expositores irão compor o Mercadão da Agricultura Familiar, um dos espaços mais aguardados do evento. A iniciativa do Ministério do Turismo, em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Agrário e Agricultura Familiar (MDA), permitirá que produtores rurais apresentem ao público mais de 300 produtos, como queijos, geleias, cervejas, farinhas, cafés, vinhos, plantas medicinais, biscoitos, chocolates e azeites, entre outros, disponíveis para venda.
CIDADE SEDE
Em homenagem à cidade de São Paulo, sede da edição 2025 do Salão do Turismo, o Ministério do Turismo batizou os pavilhões do evento com nomes de pontos turísticos paulistanos. A jornada do público começa pelos portais “Ponte Estaiada” e “MASP”, passa pelo “Parque Ibirapuera” — espaço institucional do MTur —, segue pela vibrante “Vila Madalena”, onde agências e operadoras oferecem pacotes de viagem, e chega ao “Mercadão de Pinheiros”, com sabores e produtos regionais de todo o Brasil. Já o “Núcleo do Conhecimento”, inspirado no interior paulista, será palco de oficinas, painéis e debates voltados ao fortalecimento do setor.
Marco Guimarães
Assessoria de Comunicação do Ministério do Turismo
Fonte: Ministério do Turismo
NACIONAL
Do clássico à literatura contemporânea: MEC Livros reúne autores negros de diferentes gerações
A literatura brasileira é formada por diferentes vozes, experiências e perspectivas. Entre elas estão as de autores negros que, ao longo de diferentes períodos, contribuíram para a construção e transformação da produção literária do país.
Essa produção também está relacionada à história do racismo no Brasil. Em uma sociedade marcada por séculos de escravização da população negra e por desigualdades que permanecem no presente, o acesso à leitura e a presença de autores negros nos espaços de formação cultural também fazem parte desse debate. A literatura pode registrar experiências que foram silenciadas por muito tempo, além de apresentar outras perspectivas sobre a história do país e permitir que diferentes leitores reconheçam suas próprias vivências ou conheçam realidades distintas das suas.
O MEC Livros, biblioteca digital do Ministério da Educação, reúne obras literárias em formato digital, com acesso público e gratuito. O catálogo inclui livros em domínio público e títulos contemporâneos licenciados para estudantes, professores, pesquisadores e leitores em geral. Entre as obras disponíveis, estão títulos de autores negros de diferentes gerações, do clássico à produção contemporânea.
A seleção do MEC Livros considera critérios relacionados à diversidade literária, cultural e linguística e conta com a participação de instituições parceiras dos campos do livro, da leitura e da literatura.
Dos clássicos à produção contemporânea – Entre os autores negros presentes no catálogo estão nomes fundamentais da literatura brasileira, como Maria Firmina dos Reis, Machado de Assis, Lima Barreto e Carolina Maria de Jesus. Obras como Úrsula, Dom Casmurro, Clara dos Anjos e O Escravo compõe esse percurso a partir de diferentes momentos da literatura nacional.
A seleção também reúne escritores contemporâneos, como Conceição Evaristo, Itamar Vieira Junior, Ana Maria Gonçalves, Eliana Alves Cruz, Lilia Guerra, Eliane Marques e Tom Farias, com títulos como Ponciá Vicêncio, Torto Arado, Um Defeito de Cor, Nada Digo de Ti, Que em Ti não Veja, Perifobia, Louças de Família e Toda Fúria.
A presença de autores de diferentes gerações mostra a continuidade e a diversidade da produção literária negra. No MEC Livros, o leitor pode percorrer por obras de diferentes períodos, estilos e experiências, bem como conhecer escritores que fazem parte da história da literatura brasileira e aqueles que seguem construindo essa história no presente.
O catálogo também reúne autores negros de outros países, ampliando o percurso para diferentes tradições literárias. Entre eles estão as nigerianas Oyinkan Braithwaite, autora de O Bebê é Meu, Akwaeke Emezi, de Água Doce, e Buchi Emecheta, de Cidadã de Segunda classe; a moçambicana Paulina Chiziane, autora de O Alegre Canto da Perdiz; e o norte-americano Randall Kenan, de Uma Visita dos Espíritos. A seleção inclui ainda obras voltadas às infâncias e juventudes e títulos de poesia.
Como acessar – Além do acesso pelo site, o público pode consultar o acervo do MEC Livros por meio do aplicativo. Para utilizar a plataforma, é necessário fazer login com uma conta Gov.br.
Quem ainda não possui uma conta pode realizar o cadastro pelo aplicativo ou pelo site Gov.br, informando o CPF e seguindo as orientações apresentadas.
Após o login, a página inicial do MEC Livros apresenta uma seleção de títulos organizados em diferentes categorias. Para escolher uma obra, basta clicar na capa do livro. Na opção “Mais informações”, é possível consultar detalhes sobre o título. Em seguida, o usuário deve selecionar “Emprestar e Ler” para acessar a obra e iniciar a leitura.
Assessoria de Comunicação Social do MEC, com informações da SEB
Fonte: Ministério da Educação
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