SAÚDE

Ministério da Saúde promove série de webinários sobre exposição ao chumbo e vigilância em saúde ambiental

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O Ministério da Saúde promove entre os dias 20 e 22 de outubro uma série de webinários sobre exposição ao chumbo, em alusão à Semana Internacional de Prevenção da Intoxicação por Chumbo, iniciativa da Organização Mundial da Saúde (OMS). O objetivo é informar, difundir conhecimento e fortalecer as ações de vigilância e saúde ambiental voltadas à identificação, tratamento, prevenção e notificação de casos de intoxicação exógena por esse metal pesado.

O primeiro encontro, realizado no dia 20 de outubro, abordará o tema “Diagnóstico, tratamento e notificação de intoxicações exógenas”. A abertura será conduzida por Agnes Soares da Silva, diretora de Vigilância em Saúde Ambiental e Saúde do Trabalhador, e Eliane Ignotti, coordenadora-geral de Vigilância em Saúde Ambiental. As palestras discutirão desde a vigilância em saúde das populações expostas a contaminantes químicos, com Fernanda Junqueira Salles, até o diagnóstico e tratamento das intoxicações exógenas por chumbo, apresentado por Andrea Franco Amoras Magalhães, além da notificação de casos, tema de Débora de Sousa Bandeira.

No segundo dia, 21 de outubro, o foco será “Vigilância, prevenção e ação comunitária”. O webinário contará com a mediação de Ranieri Flavio Viana de Sousa e palestra de Fernanda Junqueira Salles, que abordará os riscos da exposição ao chumbo e os desafios para a saúde pública e caminhos para a proteção. O encontro pretende promover a disseminação de informações e o fortalecimento das ações de saúde ambiental voltadas à prevenção dos riscos, destacando a importância do engajamento comunitário nas estratégias de vigilância.

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Encerrando a programação, no dia 22 de outubro, o tema será “Experiência estadual da vigilância em saúde”, com a participação de Manuela Sampaio Souza Santos, da Secretaria de Saúde da Bahia. A palestra apresentará a experiência do estado na elaboração do protocolo de vigilância e atenção à saúde da população exposta ao chumbo, destacando a importância da integração entre estados e municípios na resposta a situações de contaminação.

Os webinários são direcionados a gestores e profissionais de saúde que atuam nas áreas de vigilância em saúde e ambiente, e visam ampliar o conhecimento técnico-científico sobre o tema, reforçando o compromisso do Ministério da Saúde com a proteção da saúde da população e o fortalecimento das ações de prevenção à exposição a substâncias tóxicas.

Assista às transmissões

João Moraes
Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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SAÚDE

Complexo de Saúde Inteligente no Rio Grande do Sul incorpora evolução tecnológica ao SUS

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Nesta terça-feira, 8/9, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da abertura dos trabalhos de estruturação do projeto do Novo Complexo de Saúde Inteligente do Grupo Hospitalar Conceição (GHC). O projeto vai reorganizar, integrar e modernizar a infraestrutura do Hospital Fêmina, do Hospital Criança Conceição e do Hospital Cristo Redentor, além do Centro Obstétrico do Hospital Nossa Senhora da Conceição. O investimento, com participação do BNDES, é de R$ 1,9 bilhão.

“Estamos trazendo para o Brasil o que tem de mais moderno no mundo de ultra conexão dos equipamentos, de uso de ferramentas de inteligência artificial, de permitir que o profissional de saúde possa ter acesso aos dados do paciente em qualquer lugar. Isso faz muita diferença, porque na saúde tempo é vida. Se você consegue fechar o diagnóstico mais rápido, começar o tratamento mais rápido, ter o resultado mais rápido, está salvando vidas, está lutando contra o tempo”, afirmou o ministro.

O novo complexo integrará a rede de hospitais e UTIs inteligentes do SUS. Com uma Emergência Inteligente, haverá integração em tempo real com as unidades do SAMU, protocolos automatizados e uso de inteligência artificial na gestão de leitos, exames e fluxos. “Em alguns países, essa revolução tecnológica é feita por hospitais privados, que as pessoas não têm acesso ou têm que pagar por ele. A diferença que o Ministério da Saúde está fazendo é liderar essa evolução tecnológica pelo SUS”, disse Padilha.

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A reestruturação será especialmente voltada à saúde da mulher, ao ciclo materno-infantil, à infância e adolescência, ao trauma agudo e às condições clínicas e cirúrgicas complexas, integrando, simultaneamente, assistência, ensino, pesquisa e inovação. O modelo será organizado por linhas de cuidado integradas e incorporará inteligência artificial, internet das coisas, big data, telemedicina, monitoramento remoto e dispositivos médicos conectados.

Linhas Prioritárias

As linhas prioritárias contemplam mãe-bebê/Rede Alyne, crianças com doenças respiratórias, desenvolvimento infantil, oncologia pediátrica, assistência à mulher em situação de violência, trauma agudo, queimados e neurocirurgia.

Tudo isso disponibilizado numa estrutura com 750 leitos, um aumento de 100 leitos operacionais e 100 leitos auxiliares em relação à oferta atual dos hospitais envolvidos. Serão 41 salas cirúrgicas com infraestrutura para procedimentos robóticos, 120 leitos de recuperação pós-anestética e 2 salas exclusivas para queimados.

Alta Complexidade

A nova infraestrutura deverá ampliar a capacidade do GHC para realizar procedimentos de alta complexidade, como cirurgias fetais, transplantes, procedimentos cirúrgicos robóticos e outros atendimentos especializados.

O investimento aproximado é de R$ 1,9 bilhão, com R$ 69,7 milhões destinados a projetos e serviços, R$ 1,2 bilhão para obras, e R$ 526,4 milhões para aquisição de equipamentos médicos, mobiliários e tecnologias. O projeto integra o Programa de Parcerias e Investimentos. A estruturação será conduzida pelo BNDES com o apoio de um consórcio de consultorias especializadas.

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Ministério da Saúde

Fonte: Ministério da Saúde

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