POLÍTICA MT
Wilson Santos quer impedir obstrução de informações de órgãos públicos fiscalizados pela ALMT
Para garantir o bom andamento nos trabalhos da Assembleia Legislativa, o deputado estadual Wilson Santos (PSD) apresentou em sessão plenária da última quarta-feira (7), o Projeto de Lei n.º 786/2025 que estabelece punição aos agentes públicos ou privados que obstruírem a fiscalização de deputados em órgãos públicos de Mato Grosso. A proposta vai garantir o acesso de documentos, relatórios ou informações necessárias para atender o exercício da função do parlamentar no Legislativo.
O deputado esclarece que o Poder Executivo estadual atende a maioria das demandas dos parlamentares, mas existem momentos que é preciso informações em um prazo de cinco a 10 dias e acaba se estendendo por 30, 60 e 90 dias, o que interfere na execução da atividade. “Nós queremos deixar uma legislação mais clara e objetiva para que estes deputados e os próximos que virão, possam ter uma lei que obriga, determina e puna aquele secretário ou servidor que coloca obstáculos para conceder informações. Essa legislação não é só para o momento e, sim, para sempre. Estamos dando mais estrutura e mais condições de trabalho para o parlamentar”, explicou.
De acordo com a proposta, a punição contra um agente público ou privado poderá ocorrer quando houver recusa para o acesso a documentos ou informações necessárias durante a fiscalização do parlamentar. Também, quando ele impedir a presença do deputado estadual ou seus representantes nas dependências da Administração Pública seja nas esferas federal ou municipal e exigir formalidades ou processos administrativos desnecessários ou que não se aplicam à atividade inspecionada.
Wilson Santos esclarece que, caso o agente não atenda o que é imposto pela matéria, ele poderá responder por irresponsabilidade administrativa. Conforme o projeto, o servidor público poderá ter a suspensão temporária de suas funções por até 30 dias, multa a ser aplicada pelo Tribunal de Contas do Estado, em caso de reincidência, conforme o regulamento do cargo ou função exercida – e outras penalidades.
No caso do agente privado, a proposta aponta multa administrativa proporcional à gravidade de obstrução, suspensão temporária da participação em contratos com o Estado por até 12 meses e será proibido de realizar novos contratos e convênios com o Poder Público Estadual durante cinco anos, em caso de reincidência.
Fonte: ALMT – MT
POLÍTICA MT
Veritá: Pivetta cresce, chega a 32,1% e vira sobre Wellington Fagundes na disputa pelo Governo
Governador avançou quase 10 pontos desde abril e agora aparece com 32,1%, contra 28,8% do senador; diferença entre os dois sofreu uma inversão de 15,8 pontos percentuais em quatro meses
O governador Otaviano Pivetta (Republicanos), candidato à reeleição, assumiu a dianteira na disputa pelo Governo de Mato Grosso, segundo nova pesquisa do Instituto Veritá divulgada nesta quinta-feira (3).
De acordo com o levantamento, Pivetta aparece com 32,1% das intenções de voto, enquanto Wellington Fagundes (PL) registra 28,8%.
A comparação com a rodada realizada em abril revela uma mudança significativa no cenário eleitoral. Naquele levantamento, Pivetta tinha 22,4%, enquanto Wellington liderava com 34,9%.
Em quatro meses, portanto, Pivetta avançou 9,7 pontos percentuais, enquanto Wellington recuou 6,1 pontos.
A movimentação provocou uma inversão na distância entre os dois principais candidatos. Em abril, Wellington estava 12,5 pontos percentuais à frente de Pivetta. Agora, é o governador quem aparece numericamente à frente, com vantagem de 3,3 pontos percentuais.
Isso significa que, entre uma pesquisa e outra, houve uma inversão de 15,8 pontos percentuais na diferença entre Pivetta e Wellington, reforçando a mudança de cenário registrada pelo Veritá.
Como a margem de erro do levantamento é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, os dois candidatos estão tecnicamente empatados, embora Pivetta apareça numericamente na primeira colocação.
DEMAIS CANDIDATOS
Na sequência aparece Doutora Natasha (PSD), com 10,6% das intenções de voto.
Rafaell Milas (Missão) registra 4%; Sargento Laudicério (Agir), 1,4%; e Mauricio Coelho (Mobiliza), 0,3%.
Outros 16,3% dos entrevistados disseram não saber ou não responderam, enquanto 6,5% declararam intenção de votar em branco ou anular o voto.
VOTOS VÁLIDOS
Quando considerados apenas os votos válidos calculados pelo próprio Instituto Veritá — excluindo brancos, nulos e indecisos —, Pivetta amplia numericamente a vantagem e alcança 41,5%, contra 37,3% de Wellington Fagundes.
Doutora Natasha aparece com 13,7%; Rafaell Milas, com 5,2%; Sargento Laudicério, com 1,9%; e Mauricio Coelho, com 0,4%.
Os números reforçam a trajetória de crescimento de Pivetta e mostram uma mudança importante na configuração da corrida pelo Palácio Paiaguás, especialmente quando comparados ao cenário registrado pelo mesmo instituto quatro meses antes.
PESQUISA
O Instituto Veritá ouviu 1.220 eleitores de Mato Grosso entre os dias 19 e 23 de agosto.
A margem de erro informada é de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%.
O levantamento foi realizado por iniciativa própria do instituto e está registrado sob os números MT-05925/2026 e BR-04523/2026.

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