TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Verde Novo encerra semana com distribuição de 300 mudas de árvores no Tijucal em Cuiabá

A popular ‘sextou’, flexão do verbo sextar, que anuncia a chegada do fim de semana, movimentou o Verde Novo, do Poder Judiciário de Mato Grosso. No período da manhã, a equipe do projeto, idealizado pelo Juizado Volante Ambiental (Juvam) de Cuiabá, distribuiu, 300 mudas de árvores frutíferas e nativas para moradores do Tijucal, um dos bairros mais antigos e tradicionais da região do Coxipó.
 
A ação de sustentabilidade foi desenvolvida na calçada da agência Sicredi, do Sistema de Crédito Cooperativo Ouro Verde, na Avenida Espigão, uma das mais agitadas do bairro. E quem transitou nas imediações parava para observar os caixotes de madeira com mudas de jabuticaba, pitomba, amora, pitanga, ypê rosa e bacuri. “Posso pegar uma plantinha, certeza?” perguntou a dona de casa Flávia Inês Figueiredo que estava indo a uma loja da região.
 
“Ganhei meu dia, porque sempre quis plantar jabuticaba e amora no quintal da minha casa. Sabe de uma coisa: sextoooooou, com presente”, comemorou a dona de casa, dizendo que iria falar para a mãe dela ir buscar uma muda também.
 
Quem também festejou a doação do Verde Novo foi a aposentada Maria Margarida de Oliveira. “Consegui uma muda de jabuticaba, e vou levar para plantar no sítio. Tenho muitas árvores frutíferas, e sempre quero mais, porque verde é vida. Além disso, ajuda a amenizar esse calorão”, destacou, acrescentando que a casa na chácara, distante 60 Km do Tijucal, é rodeada de árvores de todas as espécies.
 
A distribuição das mudas, na manhã do segundo dia de setembro, fez parte da parceria entre o Verde Novo e a Sicredi Tijucal, que realiza eventos que marcam o Dia C – de Cooperar. “A ideia é fomentar a proteção ao meio ambiente, e, por isso, procuramos o Juvam para juntos interagirmos com a comunidade e propagarmos o desenvolvimento saudável e sustentável”, frisou Diego Pereira, gerente da agência.
 
A engenheira florestal do Juvam, Rosiani Mendes Carnaíba, assinalou que parcerias como essa, com a cooperativa, são relevantes porque contribuem para sensibilizar e conscientizar mais pessoas sobre a necessidade de preservar. A engenheira disse que muitos dos que levaram mudas já têm o costume de plantar em casa, ou em sítios no entorno da Capital, mas as pessoas que recebem uma muda pela primeira vez ficam fascinadas. “Isso é fantástico, porque passam a ver a natureza com outro olhar”, sublinhou Carnaíba.
 
Mais mudas – A próxima distribuição de mudas de árvores frutíferas e nativas do Verde Novo está agendada para segunda-feira (05 de setembro), às 15h30, no Centro Municipal de Educação Infantil (Cemei) Paulo Ronan Ferraz Santos, no Residencial Ilza Terezinha Picolli, no Bairro 1º de Março, na Capital
 
Projeto e resultado – O Verde Novo já distribuiu quase 152 mil mudas de árvores em vários locais da Capital e também em Várzea Grande. O projeto da Justiça estadual é desenvolvido em cooperação técnica com o Município de Cuiabá e o Instituto Ação Verde, e conta com o patrocínio do Grupo Petrópolis, responsável pela doação das mudas de árvores nativas e frutíferas. E também conta com a parceria da TV Centro América e da Energisa na divulgação das ações.
 
 
Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual.
Descrição de imagem: Foto 1 – Imagem no formato vertical colorida com mulher, com calça e camiseta azul marinho, ao lado de funcionária do Sicredi, e ao fundo banner do projeto. Foto 2 – Imagem em formato horizontal funcionários do Sicredi e a engenheira do Verde Novo, com muda de planta na mão.
 
 
Álvaro Marinho
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 
 
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT

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Curso de formação aborda judicialização da saúde e reforça atuação prática de magistrados

A formação dos novos juízes e juízas de Mato Grosso ganhou um reforço prático nesta quarta-feira (06) com uma aula voltada para a judicialização da saúde. Conduzido pelo secretário-geral do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), juiz Agamenon Alcântara Moreno Júnior, o encontro do Curso Oficial de Formação Inicial (Cofi) de magistrados destacou a importância de decisões equilibradas, que considerem tanto o direito à vida quanto a realidade do sistema público de saúde.

Durante a aula, os juízes foram orientados a alinhar teoria e prática, levando em conta fatores como orçamento público, evidências científicas e a estrutura disponível na rede de saúde. “A ideia do Cofi sempre foi oportunizar aos novos magistrados o contato com colegas mais experientes, para compartilhar situações do dia a dia, aliando teoria e prática. Trouxemos elementos que possam ser utilizados no cotidiano, principalmente em ações que envolvem a saúde pública”, explicou o juiz Agamenon.

Formação prática

O conteúdo também abordou a evolução das estruturas de apoio no Estado, como o NAT-Jus, o Cejusc da Saúde e o Núcleo 4.0, criados para qualificar decisões e dar mais agilidade às demandas. A proposta é incentivar o diálogo institucional entre Judiciário e gestores públicos, evitando medidas ineficazes, como bloqueios de recursos sem planejamento.

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“A saúde pública está entre as áreas com maior volume de demandas no Judiciário. É fundamental que o magistrado compreenda como funciona o sistema, conheça a realidade local e saiba avaliar quando uma liminar é cabível”, reforçou o secretário-geral.

Para a juíza Ana Flávia Martins François, da Primeira Vara de Juína, o aprendizado tem impacto direto na atuação. “Está sendo de grande valia, principalmente para quem está iniciando na carreira. Conhecer ferramentas como o Núcleo Digital 4.0 da Saúde e o Cejusc contribui para dar mais efetividade às decisões judiciais”, destacou.

Desafios reais

A magistrada Ana Flávia também relatou que já vivencia situações semelhantes na rotina forense, especialmente em plantões judiciais. “Frequentemente surgem pedidos por leitos de UTI. Muitas vezes, o Estado não consegue atender todas as demandas, o que exige soluções mais rápidas e eficientes, como o encaminhamento para núcleos especializados”, afirmou.

O juiz Felipe Barthón Lopez, da comarca de Vila Rica, ressaltou o caráter prático da aula. “Foi muito importante porque trouxe dicas aplicáveis ao dia a dia. Os novos magistrados vão enfrentar diversos desafios, e esse tipo de orientação ajuda a preparar para situações reais”, pontuou.

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Embora ainda atue na área criminal, ele reconhece a relevância do tema. “É importante estar preparado, porque futuramente esses desafios certamente farão parte da atuação”, completou.

O Curso Oficial de Formação Inicial de Juízes Substitutos (Cofi), iniciado em janeiro pela Escola Superior da Magistratura de Mato Grosso (Esmagis-MT), é etapa obrigatória para o exercício da jurisdição. Com carga horária de 496 horas, a formação combina teoria e prática supervisionada, preparando os novos magistrados para uma atuação técnica, humanizada e alinhada às demandas da sociedade.

Autor: Roberta Penha

Fotografo: Alair Ribeiro

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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