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Suspeito é preso em flagrante por estupro de vulnerável em comunidade da fronteira

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT 

Um homem de 28 anos foi preso em flagrante na segunda-feira (24.01), pela Polícia Civil, em um assentamento na fronteira do estado, após cometer estupro contra uma criança de oito anos.

Os policiais da Delegacia de Vila Bela da Santíssima Trindade foram comunicados pela equipe do Gefron sobre uma pessoa que estava detida pelos moradores da comunidade de Nova Fortuna, na fronteira com a Bolívia. Ao chegar ao local, as equipes policiais encontraram o suspeito com ferimentos provocados pelos moradores, que o detiveram após saber do crime contra a criança, que mora na mesma comunidade.

A menina de oito anos foi encaminhada para atendimento médico em Vila Bela. Conforme a ocorrência registrada, ela pediu aos pais para brincar próximo à residência, na tarde de domingo, e quando deu por volta das 18h, ela não havia não retornou para casa. Os pais saíram à procura da criança e ouviram gritos vindos de uma casa nas imediações. Ao entrar no local, flagraram

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o homem no quarto com a menina e ela com sangramento. O suspeito do crime fugiu em seguida, para uma mata, em direção à Bolívia.

Na segunda-feira, as equipes policiais foram avisadas de que o autor do crime foi trazido até a comunidade de Nova Fortuna.

Após a prisão, ele foi encaminhado para atendimento médico em razão dos ferimentos e depois conduzido à Delegacia da Polícia Civil, onde foi autuado em flagrante pelo crime de estupro de vulnerável.

A prisão faz parte da Operação Hórus-Vigia, programa do Ministério da Justiça e Segurança Pública, de vigilância nas regiões de fronteira do Brasil e que envolvem todas as forças de segurança.

Fonte: PJC MT

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POLICIAL

Ex-diretor de entidade do agro recebeu R$ 774 mil em transferências, aponta investigação da Polícia Civil

Afrânio Migliari é alvo de buscas em operação que apura movimentações de cerca de R$ 1 milhão no IMAFIR-MT; ex-presidente da entidade, Hugo Garcia, também está entre os investigados

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O ex-diretor executivo do Instituto Mato-Grossense de Feijão, Pulses, Colheitas Especiais e Irrigação (IMAFIR-MT), Afrânio Migliari, teria recebido aproximadamente R$ 774 mil em transferências financeiras destinadas à sua conta pessoal e à conta de uma empresa de sua propriedade, segundo investigação da Polícia Civil.

Afrânio está entre os alvos da Operação Mandato Espúrio, deflagrada nesta terça-feira (25), que apura supostas movimentações financeiras irregulares de aproximadamente R$ 1 milhão envolvendo a entidade ligada ao setor do agronegócio.

De acordo com as informações da investigação, além dos cerca de R$ 774 mil destinados a contas ligadas ao ex-diretor, os policiais identificaram uma transferência de R$ 270 mil para um escritório de advocacia. O nome do escritório não foi divulgado.

Afrânio Migliari já exerceu o cargo de secretário-adjunto da Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) durante a gestão do então governador Blairo Maggi. Em 2010, ele também foi alvo da Operação Jurupari, deflagrada pela Polícia Federal para investigar crimes relacionados à extração e ao comércio ilegal de madeira em Mato Grosso.

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Outro alvo da Operação Mandato Espúrio é Hugo Garcia (PSDB), suplente de deputado e ex-presidente do IMAFIR-MT, que atualmente é candidato a deputado estadual.

Durante as buscas realizadas na residência de Hugo, a Polícia Civil apreendeu joias, relógios de luxo, aparelhos celulares e um notebook, conforme as informações divulgadas sobre a operação.

A investigação apura possíveis crimes de furto qualificado, estelionato e falsidade ideológica, que teriam sido praticados pelos investigados. As suspeitas, entretanto, ainda estão sob apuração e não representam condenação.

Além dos mandados de busca e apreensão pessoal e domiciliar, a Justiça determinou o bloqueio de contas bancárias e a suspensão do acesso dos investigados às contas do IMAFIR-MT.

Segundo a Polícia Civil, as movimentações financeiras investigadas teriam ocorrido durante um período marcado por disputa e controvérsia envolvendo a representação legal da entidade.

A Operação Mandato Espúrio busca agora aprofundar a análise dos documentos, equipamentos eletrônicos e demais materiais apreendidos para esclarecer a origem e o destino dos recursos movimentados.

As investigações continuam e caberá à Polícia Civil reunir os elementos necessários para definir a eventual responsabilidade de cada um dos envolvidos.

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Veja fotos da operação 

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