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Tutoriais do PJe auxiliam trabalho de usuários e usuárias do sistema

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Com 99% de processos virtuais (823 mil em trâmite) e apenas 1.380 físicos, o Poder Judiciário de Mato Grosso trabalha constantemente para o aperfeiçoamento das ferramentas tecnológicas. O objetivo é a melhoria da experiência de usuários e usuárias que utilizam as plataformas digitais. Com a evolução da versão 2.1.8.1 do PJe vários tutoriais estão disponíveis para auxiliar cada vez mais no acesso à Justiça 4.0.
 
A atualização da versão trouxe várias melhorias e novidades. Com isso, a Coordenadoria de Tecnologia da Informação (CTI) solicitou ao Núcleo de Inovação tutorias de acesso à plataforma que explicam o passo a passo para os diversos perfis de usuários e usuárias que trabalham com o PJe.
 
Além disso, está disponível no Hotsite do PJe, onde também estão normativas, vídeos de acesso á plataforma, acesso à ferramenta digital, o histórico da evolução, contato do suporte, além de informações sobre Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais (LGPD).
 
A nova versão do PJe foi disponibilizada no dia 11 de outubro de 2021, dois dias antes do previsto. Até então, o Judiciário estadual utilizava a versão 2.1.4.1. Com a atualização o TJMT registra a evolução de quatro versões, para facilitar o trabalho de quem utiliza a ferramenta diariamente, como é o caso de advogados, advogadas, membros do Ministério Público, Defensoria Pública e Procuradorias.
 
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Dani Cunha
Coordenadoria de Comunicação da Presidência do TJMT
 
 

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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