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TJMT e Seduc avançam na etapa estadual do concurso “A Escola Ensina, a Mulher Agradece”

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O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) realizou, nesta quarta-feira (26), a reunião de avaliação dos trabalhos finalistas do concurso estudantil “A Escola Ensina, a Mulher Agradece”, iniciativa desenvolvida pela Coordenadoria Estadual da Mulher em Situação de Violência Doméstica e Familiar (Cemulher) em parceria com a Secretaria de Estado de Educação (Seduc). O encontro marcou o início da etapa estadual da seleção, que envolve produções de estudantes de seis regionais do estado.

Participaram da reunião a coordenadora do Cemulher TJMT, desembargadora Maria Erotides Kneip, a juíza da 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá, Tatyana Lopes de Araújo Borges, o juiz da 2ª Vara de Violência Doméstica e Familiar de Cuiabá, Marcos Terêncio Agostinho Pires e a gestora do Cemulher, Elizabeth Oliveira. Representantes da Seduc também integraram o grupo de trabalho.

Durante o encontro, foram avaliados os materiais enviados pelas regionais de Cuiabá, Várzea Grande, Rondonópolis, Sinop, Cáceres e Barra do Garças, nas categorias vídeo, poesia, redação e música. Cada regional encaminhou os três primeiros colocados da etapa municipal, que agora concorrem à seleção final estadual.

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Além da escolha dos finalistas de cada categoria, a comissão também definiu quais produções irão compor a categoria especial “Votação Popular”, que será disponibilizada no Instagram do TJMT para participação do público. A ação visa ampliar o alcance do projeto e estimular o engajamento social na temática de enfrentamento à violência contra a mulher.

O concurso integra o projeto “A Escola Ensina, a Mulher Agradece” e tem como objetivo promover reflexão, conscientização e expressão artística dos estudantes sobre a violência contra a mulher, fortalecendo a cultura de paz e o debate dentro das escolas estaduais e municipais.

A premiação final está prevista para 10 de dezembro.

Autor: Roberta Penha

Fotografo:

Departamento: Coordenadoria de Comunicação do TJMT

Email: [email protected]

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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