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Sistema PJe passará por manutenção no próximo sábado

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 No próximo sábado (9 de abril), das 8h à meia-noite (horário local), o sistema Processo Judicial Eletrônico (PJe) passará por manutenção, permanecendo indisponível ao longo deste período.
 
Segundo comunicado do Departamento de Conectividade da Coordenadoria de Tecnologia da Informação do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, trata-se de uma janela de manutenção com previsão de 16 horas para segurança de todas as etapas do processo, incluindo validação do sistema.
 
Nesta atualização, serão contemplados os seguintes itens: projeto de upgrade da plataforma de storage implementada em ambiente virtual utilizada nos sites do TJMT responsável por armazenar os dados e índices do Sistema Processo Judicial Eletrônico 1º e 2º grau.
 
Segundo explica José Gil de Oliveira, que atua no Departamento de Conectividade, as ações estão registradas em um documento de Arquitetura de Upgrade, elaborado pelo fabricante.
 
“Este documento de arquitetura servirá de guia base para as ações do dia 9 de abril, com todos os passos técnicos detalhados, com etapas de requisitos, análise de requisitos, upgrade e testes de validação. Todas as informações contidas neste documento foram validadas junto ao corpo técnico do Departamento de Conectividade da CTI”, ressalta.
 
Lígia Saito
Coordenadoria de Comunicação do TJMT
 

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TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

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O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

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A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

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A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

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