TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

Primeiro Plantão Tira-Dúvidas de 2024 foca na qualificação dos dados

Publicados

em

Em preparação ao Prêmio CNJ de Qualidade – 2024, o Departamento de Aprimoramento da Primeira Instância (Dapi), da Corregedoria-Geral da Justiça de Mato Grosso, realizou quinta-feira (29/02), a primeira edição do Plantão Tira-Dúvidas deste ano. Cerca de 650 servidoras e servidores do Poder Judiciário participaram do encontro virtual que apresentou o novo Painel DataJud Compliance e tirou dúvidas sobre a qualificação dos dados com foco na premiação.
 
O juiz auxiliar da Corregedoria, Emerson Luís Pereira Cajango, abriu os trabalhos, dando boas-vindas aos participantes. Ele destacou que a qualificação dos dados é essencial para o objetivo do Poder Judiciário de Mato Grosso que busca o Selo Diamante do CNJ. “Após quatro anos conquistando o selo Ouro o nosso foco é o tão sonhado selo Diamante e isso só será possível se trabalharmos em conjunto. Por isso o time do Dapi e a Corregedoria estarão à disposição de vocês para auxiliá-los”, declarou.
 
Em seguida a diretora do Dapi, Renata Bueno, explicou que o plantão irá ocorrer a cada 15 dias, se for necessário semanalmente para ajudar os servidores a se prepararem para ações que possam auxiliar na melhoria da performance avaliada pelo CNJ. “O nosso compromisso é fazer o melhor que a gente pode fazer com as condições que a gente tem no momento. Por isso convido a todos a darmos as mãos e trabalharmos junto. Mais do que a premiação queremos prestar um serviço mais efetivo e célere ao nosso público”, pontuou.
 
Ela destacou que o Prêmio possui vários requisitos, mas no tira-dúvidas o foco são os eixos: Produtividade e Dados & Tecnologia. “No quesito Produtividade, que tem foco na celeridade processual, um problema recorrente são as ações penais, muitas vezes há o recebimento da denúncia numa fase errada, o que já é uma má qualidade do dado. Por exemplo, o magistrado não aceitou a denúncia, ela só foi oferecida, mas vou lá e lanço o movimento, a partir deste momento esse processo começa a contar nos olhos do CNJ como uma ação penal. Desta forme corre-se o risco de ter um prazo maior do que na verdade ele tem. É uma situação passível de qualificação de dados. É um processo fácil? Não. É um caminho que do Dapi consegue fazer sozinho? Não, mas com a colaboração de vocês é possível”, salientou.
 
A diretora do Dapi ressaltou que o Painel DataJud Compliance, que acompanha e monitora as unidades judiciárias em relação as alíneas do Prêmio CNJ da Qualidade, será uma importante ferramenta nesse objetivo de qualificação dos dados.
 
“Em 2023 foram mais de 16 bilhões de dados qualificados por parte do time do Dapi diretamente no banco de dados dos sistemas. Claro, sempre com a anuência do Corregedor. Contudo tem muita coisa que vocês verão no painel que nós só podemos fazer se vocês nos informarem ou fizerem. Por isso digo que é um trabalho em conjunto”, explanou.
 
Durante o plantão Renata ainda destacou a criação do canal Plantão Tira-Dúvidas na plataforma Microsot Teams para que servidoras e servidores possam conversar diretamente com a equipe do departamento e tirar suas dúvidas. O “Dapi-Plantão Tira-dúvidas Prêmio 2024”.
 
“Sabemos que a grande maioria gosta de mandar as demandas pelos Whatsapp, mas nesse momento pedimos que as dúvidas sejam concentradas neste canal, porque recebemos as mesmas demandas de unidades diferentes, e assim acabamos perdendo tempo. No canal o conteúdo estará disponível para todos acessarem, é uma forma de otimizar o nosso tempo. Podem mandar a dúvida a hora que vocês quiserem que o nosso time irá responder em até 72 horas”, disse.
 
Plantão Tira-Dúvidas – O plantão irá ocorrer a cada 15 dias, de forma virtual, o que facilita o acesso do maior número de pessoas das comarcas do interior. A cada edição o tema é voltado para público-alvo específico, mas aberto à participação de todos os servidores e servidoras que demostrarem interesse em participar.
 
Essa é uma iniciativa do Laboratório de Fluxo do PJe, vinculado ao Dapi, para auxílio na execução de procedimentos e rotinas de secretaria/gabinete que visam à padronização e uniformização do processo de trabalho, além da troca de experiência entre os participantes.
 
No hotsite do Plantão Tira-Dúvidas estão disponíveis os conteúdos e gravações dos encontros anteriores. Clique neste link para acessar o Hotsite.
 
Informações, dúvidas e sugestões de temas para o Plantão podem ser encaminhadas para o endereço eletrônico: [email protected]
 
#ParaTodosVerem – Esta matéria possui recursos de texto alternativo para promover a inclusão das pessoas com deficiência visual. Primeira imagem: print de tela do Plantão Tira-Dúvidas em destaque a diretora do Dapi, Renata Bueno e o juiz auxiliar, Emerson Cajango.
 
Larissa Klein
Assessoria de Comunicação da CGJ-TJMT
 

Fonte: Tribunal de Justiça de MT – MT

Leia Também:  Concurso para cartório: audiência no dia 25 sorteará serventias para candidatos com deficiência e ne
Propaganda

TRIBUNAL DE JUSTIÇA MT

TJ mantém prisão domiciliar de policial penal acusada de tentar matar entregador em Cuiabá

Desembargador negou recurso da defesa e manteve prisão domiciliar com tornozeleira eletrônica; vítima foi atingida por três disparos

Publicados

em

O desembargador Rui Ramos Ribeiro, do Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT), negou recurso e manteve a prisão domiciliar, com uso de tornozeleira eletrônica, da policial penal afastada Jorcenilma França Viegas, acusada de tentar matar o entregador Carlos Filipe, de 34 anos, no bairro CPA 4, em Cuiabá. A decisão foi publicada nesta sexta-feira (20).

O crime ocorreu no dia 22 de julho. Segundo as investigações, Carlos foi baleado quando foi até a residência da policial para devolver um celular que havia sido perdido pela filha dela. A devolução do aparelho havia sido previamente combinada, e o entregador receberia R$ 100 como recompensa.

Carlos foi atingido por três disparos, sendo um na perna direita e dois nas costas. Ele foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhado ao Hospital Municipal de Cuiabá (HMC), onde chegou a permanecer internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

A policial penal foi presa no dia 5 de agosto e posteriormente afastada do cargo. Ela responde por tentativa de homicídio qualificado.

Leia Também:  Inscrições abertas: Conheça o NatJus e o Comitê Estadual de Saúde

A defesa alegou excesso de prazo para o oferecimento da denúncia pelo Ministério Público Estadual (MPE). Segundo os advogados, o inquérito policial foi concluído e encaminhado ao Poder Judiciário em 20 de agosto, mas a denúncia ainda não havia sido formalizada.

Os advogados também informaram que ingressaram, em 3 de setembro, com um pedido de relaxamento da prisão na 12ª Vara Criminal de Cuiabá. A solicitação, entretanto, ainda não havia sido analisada pelo magistrado de primeira instância.

Ao analisar o recurso, Rui Ramos afirmou que decidir sobre a questão antes de uma manifestação da 12ª Vara Criminal configuraria “supressão de instância”. O desembargador também destacou que a defesa não apresentou documentos capazes de demonstrar quais diligências eventualmente teriam sido solicitadas pelo Ministério Público após a conclusão do inquérito.

Diante disso, o magistrado entendeu que não era possível reconhecer, naquele momento, eventual demora injustificada do Estado e negou os pedidos apresentados pela defesa.

Rui Ramos determinou ainda que a 12ª Vara Criminal de Cuiabá seja oficiada para prestar informações sobre o andamento do processo e sobre a análise do pedido de relaxamento da prisão.

Leia Também:  Natal Solidário do TJMT leva brinquedos a crianças com câncer e casas-lares de Cuiabá e VG

A decisão mantém, portanto, a prisão domiciliar da policial penal, com monitoramento por tornozeleira eletrônica, enquanto o processo segue em tramitação.

Continue lendo

política mt

mato grosso

policial

PICANTES

MAIS LIDAS DA SEMANA